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Neste blog você pode se manifestar anonimamente, porque alguns blogs de políticos de Pg necessitam de cadastro e assim nem todos podem expressar sua opinião, porque eles querem saber quem está falando para depois até processar. E todos temos o direito de se expressar, pois vivemos numa democracia!! Podemos nos expressar de maneira crítica, mas sem ofensas, podendo enviar também coisas ilícitas da política, como maneira de combater a corrupção em geral...
terça-feira, 22 de abril de 2014
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
José Carlos diz que está confiante na Justiça divina
Polícia
José Carlos diz que está confiante na Justiça divina
Publicado em: 19/01/2012 - 18:02 | Atualizado em: 19/01/2012 - 21:47
A 2ª Vara Criminal de Ponta Grossa realiza hoje a audiência de instrução e julgamento do caso do desvio de crack da 13ª Subdivisão Policial (SDP). O juiz está ouvindo o depoimento de 20 testemunhas de acusação arroladas pelo Ministério Público. Em novembro, o MP denunciou sete pessoas pelo crime.
À equipe do DC, um dos acusados, o investigador José Carlos Camargo Vargas, disse que “a verdade vai ser provada” e que confia na “Justiça divina”. “Deus está vendo o que estão fazendo comigo”, declarou. José Carlos, esposo da ex-delegada chefe da 13ª SDP, Araci Carmen Costa Vargas, esteve no Fórum, mas não acompanhou a audiência
À equipe do DC, um dos acusados, o investigador José Carlos Camargo Vargas, disse que “a verdade vai ser provada” e que confia na “Justiça divina”. “Deus está vendo o que estão fazendo comigo”, declarou. José Carlos, esposo da ex-delegada chefe da 13ª SDP, Araci Carmen Costa Vargas, esteve no Fórum, mas não acompanhou a audiência
sábado, 14 de janeiro de 2012
SEGUNDO VÍDEO DO 'QUEBRA-QUEBRA' DO PM NO PARAGUAIZINHO
Vendedores ambulantes que atuam nas imediações do Shopping Popular, o Paraguaizinho, no Centro de Ponta Grossa, acusam um policial militar de promover ‘quebra-quebra’ nas bancas. O fato aconteceu ontem à tarde e revoltou muitos comerciantes.O Diário dos Campos teve acesso ao vídeo gravado por uma testemunha através do celular, no qual mostra um policial fardado que parece estar pisoteando objetos na calçada, na extensão da Rua Fernandes Pinheiro. Os ambulantes garantem que o PM destruiu as mesas, usadas para expor os objetos à venda, e os guarda-sóis. Além disso, eles também contaram que o policial agrediu pessoas – incluindo uma criança – e proferiu palavrões os comerciantes. DEPOIS DA REPORTAGEM ONDE O (A) TENENTE DIZ QUE FORAM VÂNDALOS QUE PASSARAM POR ALI NO MOMENTO EM QUE O POLICIAL ESTAVA TRAFEGANDO, NESSE VÍDEO FICA CLARO QUE NÃO SE PODE CONFIAR NAS AUTORIDADES, POIS ELES MENTEM EM FAVOR DA COMPANHIA. ESSAS IMAGENS FALAM TUDO!!
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Vereador indica postinho para ‘exame de piscina’
Depois do sorteio de pinga e de camarote em baile funk, com a utilização do celular da Câmara Municipal de Ponta Grossa, o setor da Saúde, agora, é o responsável pela indignação de internautas do Facebook. Através da rede social, o vereador Pascoal Adura (PMDB) orienta usuária a procurá-lo na unidade de saúde do Santa Paula para obter ‘exame médico de piscina’. Por telefone, o parlamentar negou que tenha sido ele o autor da mensagem e creditou a culpa a sua assessoria.A mensagem diz o seguinte: “Oi, Dr. Como faço p fazer exame p ‘picina’? Onde vou?? Preciso urgente.... Obrigadooo!!!”. Na resposta, dada pela rede social do vereador, consta a seguinte orientação: “Me procure no postinho da Santa Paula pela manhã, amiga, abraço...”. A troca de mensagens rendeu repercussão momentânea na rede social. Dezenas de mensagens de protesto foram postadas.
Por telefone, o vereador Pascoal Adura garantiu que não faz atestado médico para utilização de piscina na unidade de saúde do Santa Paula. “A unidade de saúde é para ser buscada por pessoas doentes, que necessitam de atendimento médico. Não forneço atestado para piscina no postinho. Desconheço que isso esteja escrito por mim, na internet”, dispara. Ele disse, ainda, que somente realiza exame médico em clube particular em que presta serviço. “Quem quer utilizar piscina, procura o médico do próprio clube em que é sócio. Unidade de saúde não é lugar disso”, ratifica.
Pascoal afirmou, ainda, que a postagem que orientou a ida à unidade de saúde do Santa Paula foi efetuada pela sua assessoria. “Não autorizei que escrevessem esse recado. Me surpreende saber disso. Não quero me fazer de vítima. Eu assumo minhas ações, mas esse recado foi postado sem minha autorização, não é de meu conhecimento”.
O secretário municipal de Saúde, Edson Alves, avalia como não sendo irregular o procedimento. “Se o usuário do Sistema Único de Saúde precisa de um atestado, seja qual for a utilização, pode buscar a unidade de saúde”.
Caso Jurupinga
Na semana passada, o DC já noticiou a utilização de celular da Câmara Municipal de Ponta Grossa para o sorteio de camarote para baile funk, acompanhado de um litro de ‘Jurupinga’. A promoção, que estava sendo feita pelo Facebook, era de autoria do vereador George Luiz de Oliveira. Na ocasião, o parlamentar também afirmou que a postagem não teria sido feita por ele, mas pelo filho de 16 anos. Nenhum procedimento investigativo foi aberto pelo corregedor da Câmara, o vereador Pascoal Adura. De acordo com ele, o caso somente será avaliado caso algum parlamentar apresente a queixa por escrito.
sábado, 12 de novembro de 2011
Escândalo na 13ª SDP

A Promotoria de Justiça de Ponta Grossa, denunciou criminalmente, nesta semana, sete pessoas – são quatro policiais civis, um ex-policial militar, e dois civis -, acusados pelos crimes de denunciação caluniosa; peculato; tráfico de drogas e associação ao tráfico; corrupção ativa e passiva; e prevaricação.
De acordo com os promotores Honorino Tremea e Suzane Maria Carvalho do Prado, que assinam a denúncia, o caso veio à tona após a troca de 15 quilos de crack por parafina, dentro da 13ª SDP. A droga havia sido apreendida em 2010, durante operações policiais, e encaminhada para a delegacia, para a conclusão do inquérito.
Além da ação penal, na esfera cível, no caso dos funcionários públicos (os policiais civis) também será verificada a questão da improbidade administrativa, o que pode implicar em sanções como afastamento da função pública, suspensão dos direitos políticos e multa. Os nomes dos denunciados não foram expostos pelo MP. A denúncia criminal seguiu ao juiz André Luiz Schafranski, da 2ª Vara Criminal.
Inquérito tem 9 volumes com 2 mil páginas
As investigações determinadas pelo secretário de Segurança Pública, Reinaldo de Almeida César Sobrinho, para apurar o desvio de 15 quilos de crack da 13ª SDP, iniciadas em abril deste ano, resultaram num inquérito com aproximadamente duas mil páginas. Nos nove volumes constam, fotografias, oitivas e interrogatórios de mais de 150 pessoas. O relatório do delegado Adilson Ricardo da Silva, responsável pelo esclarecimento do crime, tem 147 páginas.
Corregedoria pede a preventiva de Zé Carlos e Giebeluka
O delegado corregedor encaminhou à Justiça o pedido de preventiva dos investigadores José Carlos Camargo Vargas e de Roberto Mazur Giebeluka. Os dois estão presos em Curitiba. A delegada Aracy Carmen Costa Vargas não tem participação no desvio do crack, mas foi indiciada em outros dois tipos de crimes. Quanto ao investigador Luciano de Oliveira Cruz, detido em outubro, ele não foi indiciado. Não existem provas do envolvimento dele nos crimes apurados. Em relação a Ernesto Aparecido de Lima, continua foragido. Há uma investigadora que também está entre os indiciados. Seu nome não foi revelado. A identidade de outros dois civis também não foi informada
Leia matéria completa no JM.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Ex-superintendente da 13ª SDP não será indiciado, diz advogado

Ex-superintendente da 13ª Subdivisão Policial, o investigador Luciano de Oliveira Cruz não deverá ser indiciado pela Corregedoria da Polícia Civil, dentro do inquérito instaurado para apurar a responsabilidade pelo desvio de 15 quilos de crack do cofre da unidade. A informação foi repassada ao DC na manhã deste sábado por um dos criminalistas que atua na defesa de Cruz, Antonio César Gasparetto. Para o advogado, não há materialidade para que o policial seja indiciado. Cruz foi colocado em liberdade no final da tarde desta sexta-feira, antes do término da sua prisão temporária, decretada pela Justiça Criminal de Ponta Grossa, e que se encerraria no dia 15. Os outros dois policiais civis presos pela Corregedoria, José Carlos Camargo Vargas e Roberto Mazur Giebeluka, a princípio, seguem sob custódia do Estado. Nesta quinta-feira o delegado da Corregedoria responsável pela investigação, Adilson Ricardo da Silva, esteve em Ponta Grossa para ouvir testemunhas e declarou ao DC que o inquérito será concluído dentro do prazo e que deve ter um desfecho nos próximos dias
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Três policiais civis são presos por desvio de crackpossível participação no fato está sendo analisada.

Três policiais civis que atuavam na 13ª Subdivisão Policial (SDP) foram presos ontem, em Ponta Grossa, acusados do desvio de 15 quilos de crack da delegacia. O ex-superintendente da 13ª SDP, investigador Luciano de Oliveira Cruz, e o investigador Roberto Gebeluka foram presos em suas casas, no início da manhã, por policiais da Corregedoria da Polícia Civil, de Curitiba. O ex-chefe da Seção de Furtos e Roubos, investigador José Carlos Vargas, se apresentou por volta do meio-dia. Os três foram conduzidos a uma cela especial na capital do Estado.
As prisões foram efetuadas em cumprimento a mandados de prisão temporária expedidos pela 2ª Vara Criminal de Ponta Grossa, onde tramita o processo envolvendo o furto da droga. A Corregedoria também fez buscas por uma quarta pessoa, que não é policial civil, mas ela não foi encontrada e é considerada foragida.
Em entrevista coletiva, na tarde desta sexta-feira, o delegado Adilson Ricardo da Silva, que comanda as investigações, informou que a apuração do crime revelou mais situações de desvio de conduta dos policiais. O delegado preferiu não citar os nomes ao detalhar as ações, mas deu a entender que em pelo menos dois casos José Carlos teria “plantado” droga para garantir a prisão em flagrante de duas pessoas: um bacharel em Direito e um apresentador de televisão.
Os policiais ficarão presos por 30 dias, prazo em que as investigações sobre o crime devem ser concluídas. Posteriormente, a prisão temporária poderá ser convertida em preventiva.
Parafina
Adilson relembrou que o crack foi desviado de um total de 21 quilos, apreendidos em 26 de julho do ano passado, pela Força Samurai, em Ponta Grossa. Segundo ele, o furto aconteceu em agosto de 2010, menos de um mês depois da apreensão. Os 15 quilos do entorpecente foram substituídos por parafina e, conforme a autoridade, vendidos por R$ 100 mil.
A denúncia anônima sobre o furto de crack foi feita no dia 6 de abril deste ano por José Carlos. “Quem delatou foi o próprio responsável pelo crime”, afirmou o delegado.
Segundo ele, o objetivo da denúncia era desestruturar a atual chefia da 13ª SDP, provocando um escândalo na cidade e, consequentemente, a queda da delegada-chefe Valéria Padovani de Souza. A informação sobre o desvio de droga foi repassada poucos meses após a mudança de gestão, ocorrida em meados de janeiro, com a mudança no governo estadual. “A troca é natural quando há alternância de administração. O que percebemos é que a administração anterior gostaria de continuar e que não houvesse remoção de policiais”, contou. De 2007 até o início deste ano, a 13ª SDP era comandada pela delegada Araci Carmem Costa Vargas, esposa de José Carlos.
Ministério Público
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público, acompanha as investigações sobre o furto. Como ainda não recebeu o relatório da Corregedoria da Polícia Civil, o órgão preferiu não se manifestar a respeito das prisões.
Denúncia foi feita por um dos autores
O delegado Adilson Ricardo da Silva, da Corregedoria da Polícia Civil, destacou que a investigação começou no dia em que o Gaeco recebeu a denúncia. Na tarde do dia 6 de abril, três promotores públicos, acompanhados de policiais civis, foram ao depósito da 13ª SDP, onde ficam guardados as drogas apreendidas e outros objetos de crime.
“A pessoa que fez a delação anônima disse que a droga havia sido vendida pela atual administração a um traficante. Só que nós identificamos que quem fez a ligação foi um policial civil que havia sido transferido para Castro”, contou.
“A inspeção foi realizada e constatou-se visualmente e através do exame químico que 15 tabletes de crack haviam sido trocados por parafina”. O material, que havia sido envolto em bexigas assim como o crack apreendido pela Força Samurai, foi encaminhado para exames no Instituto Médico Legal (IML) e Instituto de Criminalística (IC). “Durante a inspeção, a pessoa que estava ao telefone foi dando as coordenadas, mostrando conhecer bem o local”. Segundo o delegado, enquanto um dos policiais falava com o Gaeco, outro conversava com alguém que estava dentro da delegacia.
Adilson destacou que o maior desafio dessa investigação foi descobrir quando aconteceu o furto. “Foi uma apuração complexa, minuciosa de crime de tráfico de drogas envolvendo policiais”, diz. “Há indícios fortíssimos de que a droga foi furtada em agosto do ano passado. Temos provas, testemunhas e informações de que houve contatos telefônicos na época”.
De acordo com o delegado, ainda não se sabe onde a droga foi parar. “Talvez tenha saído do Estado. O montante de dinheiro (R$ 100 mil da venda) chegou a ser visto na cidade”, revelou. (E.S.)
Corregedoria revela outras irregularidades
Durante a investigação sobre o sumiço do crack da 13ª SDP, a Corregedoria descobriu pelo menos mais duas irregularidades cometidas por José Carlos Vargas. Em vistoria no depósito, a polícia sentiu falta de 146 gramas de cocaína apreendidos de uma quantidade supostamente maior, em 2008.
A prisão em flagrante de um apresentador de televisão, realizada durante operação da Polícia Civil, também teria sido ilegal. “Ele foi preso em flagrante com mais de um quilo de cocaína, mas, pelo que verificamos, há suspeitas fortes de que o acusado estava com menor quantidade, que talvez nem renderia flagrante”, explicou o delegado Adilson Ricardo da Silva.
Outro caso envolveu um bacharel em Direito. O carro dele foi abordado na área central e, durante a primeira revista, nada foi encontrado. Segundo o delegado, José Carlos teria dirigido o carro logo depois, sozinho, e quando o veículo foi entregue na 13ª SDP, ele pediu para que fosse feita mais uma vistoria. Aí então foram encontrados 200 gramas de crack na caixa de fusível.
“Não sabemos o motivo para que essas drogas tenham sido ‘plantadas’, provavelmente devido a um incentivo financeiro ou externo”, conta Adilson.
Ele ressaltou ainda o clima existente dentro da delegacia na gestão passada. “É nítida a influência que o então chefe da Seção de Furtos e Roubos exercia. Os policiais tinham medo de retaliação”. (E.S.)
Evolução patrimonial é incompatível
O inquérito sobre o furto de crack ainda não foi concluído. “Há situações que vão ser apuradas pelo Ministério Público e pessoas que nem estão presas também estão sob investigação”, revelou o delegado Adilson Ricardo da Silva. Sobre a delegada Araci Carmem Costa Vargas, a autoridade informou que não foi pedida a prisão dela e que sua possível participação no fato está sendo analisada.
O que ele pretende sugerir ao MP é uma investigação acerca da evolução patrimonial de Araci e do seu marido, José Carlos Vargas. “Temos indicativos de evolução incompatível com a renda do casal”, comentou.
Adilson vai ainda propor à Polícia Civil mudanças em relação ao depósito das delegacias, em que ficam armazenados drogas e armamento. (E.S.)
Fonte: Diario dos Campos

A delegada chefe da 13ª SDP Araci Carmen Costa e José Carlos Vargas conferem o lançamento da marca.Publicado em: 23/09/2010

Polícia
Publicado em: 06/05/2011 - 06:00 | Atualizado em: 21/10/2011 - 10:27
ImprimirRSSEnviarCorrigirAraci irá para Londrina
Edilene Santos
Fale com o repórter
EX-CHEFE Araci Carmem Costa Vargas é alvo de investigação sobre o sumiço de crack na 13ª SDP
A ex-chefe da 13ª Subdivisão Policial (SDP), Araci Carmem Costa Vargas, será transferida para Londrina, onde vai trabalhar na Delegacia de Delitos de Trânsito (Dedetran). A informação foi confirmada ontem pela Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), para quem a mudança trata-se apenas uma “oxigenação” dentro da Polícia Civil. A decisão pela transferência de Araci, que estava lotada em Castro desde fevereiro, foi tomada durante reunião do Conselho da Polícia Civil. O investigador José Carlos Vargas, esposo de Araci, também irá para a cidade do Norte do Estado. O processo de transferência deve durar no mínimo uma semana.
Araci é alvo das investigações sobre o sumiço de 15 quilos de crack ocorrido dentro da 13ª SDP. “A investigação atinge tanto o período em que Araci estava no comando da delegacia quanto a época da Valéria [Padovani de Souza, atual chefe da SDP], uma vez que a droga que desapareceu foi apreendida em julho do ano passado e denúncia chegou no começo de abril. Todos os policiais que estavam trabalhando na unidade nesse período estão sendo investigados”, explicou o delegado Adilson Ricardo da Silva, da Corregedoria da Polícia Civil. Valéria assumiu a chefia em meados de janeiro.
Adilson garante que a transferência da delegada Araci nada tem a ver com a investigação da Corregedoria. “Essa mudança cabe a uma alçada superior. Eu não fiz pedido nesse sentido”, afirma.
Segundo o delegado, as investigações estão caminhando através de oitivas e meios periciais. “Não posso afirmar, de forma precisa, que foi fulano ou beltrano o responsável pelo crime. Nós ainda não temos uma autoria determinada. A grande questão é quando essa droga foi retirada”, revela.
De acordo com Adilson, ainda não é possível determinar um prazo para o fim da investigação. “Mas é um caso de prioridade dentro da Corregedoria e esperamos dar uma resposta rápida à sociedade, já que alguns meios de comunicação estão generalizando o caso e os policiais estão sendo motivo de chacota. O problema é quem fez isso”, comenta.
domingo, 16 de outubro de 2011
sábado, 15 de outubro de 2011
HISTÓRIA DE VIDA DE UM INOCENTE - E A JUSTIÇA FOI FEITA

HISTÓRIA DE VIDA – ACREDITE EM DEUS, PORQUE ACREDITEI NA JUSTIÇA E ME FERREI
Fiz uma denúncia para a segunda vara criminal e tenho um termo de declaração feito dia 23 de abril de 2009 onde compareci ao Promotor de Justiça. Este termo envolve uma pessoa da sociedade, onde não cometi nenhum crime, mas mesmo assim o delegado desta antiga gestão, para ajudar essa ilustre pessoa, a qual não citarei o nome, fizeram de tudo para me incriminar. Com muito medo dessas pessoas de poder acabei indo ao Ministério Público e relatei algumas coisas e o promotor enviou um ofício à Doutora Araci e nada foi feito. E depois na minha denúncia resolveram mandar um inquérito para a primeira vara, após tanta intimidação. Onde um delegado foi testemunha para proteger as pessoas de seus conhecimentos sociais e antes da denúncia, foram em minha casa sem nenhum documento ou intimação. E uma dessas pessoas que foram até minha residência está preso pela denúncia do sumiço do craque da 13ª. Com muito medo, tendo que criar uma filha sozinho, tive que acompanhar os policiais até suas salas, onde me encontrava coagido e onde tive a ideia de gravar a conversa em meu celular. No decorrer do meu processo, em que fizeram de tudo para me incriminar, apresentei à juíza da primeira vara criminal, onde corre meu processo, a gravação, onde tem a voz de um desses suspeitos que está preso e o outro que também foi até minha casa. Talvez esta gravação que está nos altos possa ajudar na investigação dessas pessoas, pois eu já fui condenado e recorri. Fica uma observação: MESMO VOCÊ SENDO INOCENTE, COMO EU SEMPRE FUI, MAS ACREDITEI NA JUSTIÇA E ESQUECI OS CORRUPTOS, COM TANTAS TESTEMUNHAS DA ANTIGA GESTÃO FUI CONDENADO E RECORRI. Só escrevi isso por causa do escândalo da 13ª, sou inocente e sempre serei, mesmo com a condenação, lutando contra tantos corruptos, a verdade nunca vinha à tona, mas agora pelo menos alguns estão presos.
PONTA GROSSA PR
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Policiais Civis são presos por desvio de 15 kg de crack

Três policiais foram presos pela Corregedoria Geral da Polícia nesta sexta-feira,14, acusados do desvio do crack da delegacia de Ponta Grossa.
A Justiça decretou a prisão temporária dos policiais Luciano de Oliveira Cruz, ex-Superintendente da 13ª SDP, Roberto Gebeluka, investigador e José Carlos Vargas, ex-chefe da Seção de Furtos e Roubos e esposo da ex-chefe da 13ª SPD, Araci Carmem Costa Vargas.
Ao todo, 15 kg de droga foi desviada em agosto de 2010 da 13ª SDP, um mês após a apreensão. A denúncia feita ao GAECO foi realizada no dia 06/04/2011 pelo próprio José Carlos Vargas. O objetivo da operação era uma armação para derrubar a atual administração da delegacia, delegada Valéria Padovani de Souza, e repassar à ex-chefe Araci Carmem Costa Vargas, esposa do José Carlos.
A droga desviada foi vendida por R$ 100 mil.
Mais informações .
Justiça decreta prisão de policiais em PG suspeitos do desvio do crack

investigador e José Carlos Vargas, ex-chefe da Seção de Furtos e Roubos


Gebeluka, investigador, foi preso nesta manhã
Polícia
Publicado em: 14/10/2011 - 12:07 | Atualizado em: 14/10/2011 - 23:22
ImprimirRSSEnviarCorrigirJustiça decreta prisão de policiais em PG suspeitos do desvio do crack
A Justiça decretou a prisão temporária de três policiais civis e de um homem suspeitos do desvio do crack da delegacia de Ponta Grossa. Dois investigadores foram presos na manhã desta sexta-feira, 14, pela Corregedoria Geral da Polícia Civil, em Ponta Grossa.
Os policiais são Luciano de Oliveira Cruz, ex-Superintendente da 13ª SDP, Roberto Gebeluka, investigador e José Carlos Vargas, ex-chefe da Seção de Furtos e Roubos e esposo da ex-chefe da 13ª SPD, Araci Carmem Costa Vargas.
Os dois investigadores já foram conduzidos ainda pela manhã para Curitiba. O terceiro policial não foi encontrado, porém seu advogado entrou em contato e afirmou que ele irá se apresentar nas próximas horas.
O outro homem suspeito de tráfico ainda não foi encontrado.
A prisão temporária tem a duração de 30 dias para a conclusão das investigações. Os policiais são suspeitos de terem desviado 15 kg de crack da 13ª SDP no ano passado.
sábado, 1 de outubro de 2011
Executivo veta isenção para o ITBI prefeito Pedro Wosgau Filho consta que a proposta de lei é ilegal e contrária ao interesse público
A matéria, de autoria do vereador George Luiz de Oliveira (PMN), determinava a isenção para todas as pessoas que fizessem a primeira compra de uma residência com auxílio de subsídios do programa federal Minha Casa Minha Vida. A justificativa do veto é a r

> No veto assinado pelo prefeito Pedro Wosgau Filho consta que a proposta de lei é ilegal e contrária ao interesse público
Foi publicado na edição de ontem do Diário Oficial do Município o veto do Poder Executivo ao projeto de lei aprovado pela Câmara que previa a isenção do pagamento do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). A matéria, de autoria do vereador George Luiz de Oliveira (PMN), determinava a isenção para todas as pessoas que fizessem a primeira compra de uma residência com auxílio de subsídios do programa federal Minha Casa Minha Vida. A justificativa do veto é a renúncia de receita que a medida representa.
No veto assinado pelo prefeito Pedro Wosgau Filho (PSDB) consta que a proposta de lei é ilegal e contrária ao interesse público. Ilegal porque a legislação não permite que os vereadores promovam ações que interfiram no orçamento do Município, mesmo que seja para beneficiar uma parcela da população.
Leia a matéria na integra

> No veto assinado pelo prefeito Pedro Wosgau Filho consta que a proposta de lei é ilegal e contrária ao interesse públicoFoi publicado na edição de ontem do Diário Oficial do Município o veto do Poder Executivo ao projeto de lei aprovado pela Câmara que previa a isenção do pagamento do Imposto sobre a Transmissão de Bens Imóveis (ITBI). A matéria, de autoria do vereador George Luiz de Oliveira (PMN), determinava a isenção para todas as pessoas que fizessem a primeira compra de uma residência com auxílio de subsídios do programa federal Minha Casa Minha Vida. A justificativa do veto é a renúncia de receita que a medida representa.
No veto assinado pelo prefeito Pedro Wosgau Filho (PSDB) consta que a proposta de lei é ilegal e contrária ao interesse público. Ilegal porque a legislação não permite que os vereadores promovam ações que interfiram no orçamento do Município, mesmo que seja para beneficiar uma parcela da população.
Leia a matéria na integra
Receita apreende R$ 340 mil em operaçãocontrabando no Shopping Popular
Policiais e servidores da Receita em Ponta Grossa fizeram ontem uma operação de combate ao contrabando no Shopping Popular. Cd’s, dvd’s, eletrônicos e até um carro foram apreendidos

A delegacia de Ponta Grossa da Receita Federal realizou operação de combate ao contrabando e descaminho no Shopping Popular, conhecido como Paraguaizinho, que fica no prolongamento do Parque Ambiental, no centro da cidade. Ao todo foram vistoriadas 19 bancas, que tiveram retidos 250 volumes de mercadorias, entre cd’s e dvd’s gravados, eletrônicos, artigos de informática, bebidas e outros produtos. Um veículo Ford Ranger também foi apreendido, transportando mercadorias irregulares. A avaliação preliminar é de que o valor de mercado do total apreendido, incluindo o veículo apreendidos, chegue a R$ 340 mil.
A operação aconteceu das 14h30 e seguiu até 16 horas. Trabalharam na operação 32 servidores da Receita, 30 policiais federais, demais polícias e pessoal de apoio. Ao todo foram 90 pessoas. Uma pessoa foi detida pela Polícia Federal por embaraço à fiscalização.
O Delegado da Receita Federal em Ponta Grossa, Gustavo Luis Horn, destacou o trabalho de inteligência realizado para o resultado da operação. "Em 2002 tivemos uma grande operação com todas as bancas vistoriadas ao mesmo tempo. Depois fizemos operações segmentadas em um número pequeno de lojas ou por produtos específicos sem o resultado esperado. Agora foi um trabalho muito bem planejado e o valor apreendido superou a nossa expectativa inicial que ficava nos R$ 250 mil”, reforça.
O objetivo da Receita é dar seguimento às operações no Shopping Popular e outros pontos da cidade. “A Receita sabe das dificuldades logísticas em megaoperações. Por isso optou-se por trabalho intenso de inteligência e pelas fiscalizações periódicas. Em breve, retornaremos”, adianta o chefe da Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho nos estados do Paraná e Santa Catarina, Sergio Antonio Lorente, responsável pelo trabalho de inteligência
dia 19

A delegacia de Ponta Grossa da Receita Federal realizou operação de combate ao contrabando e descaminho no Shopping Popular, conhecido como Paraguaizinho, que fica no prolongamento do Parque Ambiental, no centro da cidade. Ao todo foram vistoriadas 19 bancas, que tiveram retidos 250 volumes de mercadorias, entre cd’s e dvd’s gravados, eletrônicos, artigos de informática, bebidas e outros produtos. Um veículo Ford Ranger também foi apreendido, transportando mercadorias irregulares. A avaliação preliminar é de que o valor de mercado do total apreendido, incluindo o veículo apreendidos, chegue a R$ 340 mil.
A operação aconteceu das 14h30 e seguiu até 16 horas. Trabalharam na operação 32 servidores da Receita, 30 policiais federais, demais polícias e pessoal de apoio. Ao todo foram 90 pessoas. Uma pessoa foi detida pela Polícia Federal por embaraço à fiscalização.
O Delegado da Receita Federal em Ponta Grossa, Gustavo Luis Horn, destacou o trabalho de inteligência realizado para o resultado da operação. "Em 2002 tivemos uma grande operação com todas as bancas vistoriadas ao mesmo tempo. Depois fizemos operações segmentadas em um número pequeno de lojas ou por produtos específicos sem o resultado esperado. Agora foi um trabalho muito bem planejado e o valor apreendido superou a nossa expectativa inicial que ficava nos R$ 250 mil”, reforça.
O objetivo da Receita é dar seguimento às operações no Shopping Popular e outros pontos da cidade. “A Receita sabe das dificuldades logísticas em megaoperações. Por isso optou-se por trabalho intenso de inteligência e pelas fiscalizações periódicas. Em breve, retornaremos”, adianta o chefe da Divisão de Repressão ao Contrabando e Descaminho nos estados do Paraná e Santa Catarina, Sergio Antonio Lorente, responsável pelo trabalho de inteligência
dia 19
terça-feira, 27 de setembro de 2011
15 Kg de crack somem de dentro de delegacia

15 Kg de crack somem de dentro de delegacia
Publicado em 08/04/2011 | Ponta Grossa - Maria Gizele da Silva, da sucursal Fale conoscoComunicar errosRSSImprimirEnviar por emailReceba notícias pelo celularReceba boletinsAumentar letraDiminuir letraO Grupo Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Paraná e a Corregedoria da Polícia Civil investigam o desvio de 15 quilos de crack – de um total de 21,3 quilos apreendidos em março do ano passado – que estavam guardados em uma sala da 13.ª Subdivisão Policial de Ponta Grossa, nos Campos Gerais. A droga teria sido substituída por parafina – substância branca usada principalmente para a fabricação de velas.
Após o recebimento da denúncia, promotores de Ponta Grossa e o coordenador do Gaeco, Leonir Batisti, foram à delegacia na tarde da última quarta-feira. Segundo a delegada da 13.ª Subdivisão Policial, Valéria Padovani, parte do material suspeito foi coletada e encaminhada para perícia. “A olho nu não é possível dizer qual é a substância. Eu repassei a denúncia à Corregedoria e agora cabe a eles o trabalho de investigação”, informou a delegada.
Batisti acrescentou que a investigação vai apontar quem é o responsável ou os responsáveis pelo desvio e qual foi a destinação da droga. “É um fato gravíssimo e os responsáveis vão responder a processo penal por tráfico de drogas, possivelmente”, adiantou.
A Secretaria Estadual de Segurança Pública não deu uma informação oficial. A Corregedoria afirmou que não tem uma posição oficial sobre o assunto.
Apreensão
O crack foi apreendido em 11 de março do ano passado na BR-376. A droga estava escondida na lateral de um veículo Audi que vinha de Foz do Iguaçu e foi parado em uma barreira policial após denúncias anônimas feitas à Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc). Dois homens foram presos na ocasião. Os 21,3 quilos da droga seriam suficientes para confeccionar 110 mil pedras de crack.
A delegada de Ponta Grossa confirmou que a droga apreendida pela polícia de toda a região fica armazenada em uma sala especial da subdivisão até que seja dada autorização judicial para a incineração. Nesse caso, segundo Valéria, há um pedido de incineração feito em outubro do ano passado, mas que ainda aguarda a resposta da Justiça. Ela não informou a quantidade de droga armazenada na delegacia.
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Excluídos’ dizem ser contra as 23 cadeiras
Excluídos’ dizem ser contra as 23 cadeiras
Vereadores que ficaram de fora em uma ‘hipotética’ Câmara com 23 vagas em 2008 não querem aumento
Com toda uma discussão envolvendo o aumento ou não no número de vereadores em Ponta Grossa, um levantamento feito com base nas eleições de 2008 aponta a relação dos parlamentares que teriam o seu lugar na Casa de Leis se as 23 vagas já estivessem valendo no último pleito. Os beneficiados seriam Baixinho, Pastor Moisés, Rogério Mioduski, Xexinho, Davi, Mingo Menezes, Cenoura e Delmar Pimentel. Cabe agora a população avaliar as relações qualidade x quantidade e se mais vereadores representam efetivamente maior representatividade, já que a maior parte dos ‘excluídos’ se mostra contrário ao aumento de cadeiras.
Quem analisa o cenário político de uma maneira diferenciada e isenta como o jornalista Emerson Urizzi Cervi, doutor em Ciência Política e professor do Departamento de Comunicação Social da Universidade Estadual de Ponta Grossa, lamenta que essa discussão esteja acontecendo, pois mostra a fragilidade do poder legislativo em cumprir seu principal papel, que é o de representar a sociedade. “Quando segmentos da própria sociedade se organizam para defender que não é preciso mais vereadores na Câmara é um sintoma que o legislativo não tem cumprido seu papel a contento. Parte dessa responsabilidade é dos próprios vereadores, que historicamente se apropriam do bem público para fazer política clientelista, personalizando as relações com os eleitores e enfraquecendo o papel da instituição”.
Contudo, ele aponta que existe também a ‘parcela de culpa’ da sociedade organizada que prefere se manifestar contra o aumento no número de vereadores ao invés de cobrar uma atuação mais institucionalizada do legislativo. “O resultado é que a câmara deixa de cumprir o seu papel de fiscalizar o executivo e propor leis como resultado de debates públicos. Nem uma coisa, nem outra se faz no legislativo de Ponta Grossa há muito tempo. E é isso que explica a contrariedade da sociedade em relação ao número de vagas”.
Na avaliação do analista político, para melhorar de fato a imagem do legislativo é preciso pensar na qualidade dos serviços prestados e não na quantidade de vereadores. “Por qualidade dos serviços prestados entendo a diversidade na representação social entre os vereadores (que pode existir em um número pequeno e estar ausente em uma câmara com muitos vereadores) e a responsabilidade de agir institucionalmente como membro do poder legislativo e não apenas visando atender os interesses e projetos de carreira política pessoal”, finaliza Cervi.
Trabalho precisa ser analisado, diz Conselho
Para o porta-voz do Conselho de Entidades, Luiz Eduardo Pilatti Rosas, para se avaliar a qualidade de um vereador ou de um candidato é preciso analisar o que ele já fez pela comunidade, o seu trabalho social e se ele tem a ‘ficha limpa’.
“Acho que ver o que ele já fez é um bom indicativo. Mas acredito também que sem cercear o direito de ninguém, fica difícil uma pessoa com pouco estudo, por exemplo, estar na Câmara. Ela terá toda a assessoria, mas terá mais dificuldade para a análise dos projetos. Pois acredito que se o voto não for consciente, os reflexos aparecem logo depois com todos os problemas que já estamos acostumados a ver”, analisa.
Quem entrou na eleição de 2008
Dr. Zeca Raad
George
Dr. Pascoal
Mauricio Silva
Ana Maria
Mainardes
Laco
Schirlo
Valtão
Julio Küller
Alisson Zampieri
Edilson Fogaça
Doutor Enoc
Alina Almeida Cesar
Alessandro
Quem entraria com o ‘hipotético’ aumento
Baixinho
Pastor Moisés
Mioduski
Xexinho
David
Mingo
Cenoura
Delmar Pimentel
Os mais votados em 2008
Candidato votos coeficiente
Dr. Zeca (PSDB) 6054 3.56
George (PMN) 4215 2.48
Dr. Pascoal (PMDB) 4175 2.45
Mauricio Silva (PSB) 3510 2.06
Ana Maria (PT) 3437 2.02
Mainardes (DEM) 3323 1.95
Laco (PRP) 3285 1.93
Schirlo (PSB) 3102 1.82
Valtão (DEM) 3102 1.82
Julio Küller (PPS) 3090 1.82
Alysson Zampieri (PPS) 3020 1.77
Edilson Fogaça (PTN) 2416 1.42
Doutor Enoc (PTN) 2310 1.36
Alina (PMDB) 2239 1.32
Alessandro (PSDB) 2206 1.3
Delmar Pimentel (PDT) 3454 2.03
Mioduski (PP) 2840 1.67
Baixinho (PSB) 2404 1.41
Mingo Menezes (DEM) 2261 1.33
Xexinho (PSDB) 2171 1.28
Davi (PMDB) 2130 1.25
Eliel Polini (PSB) 1980 1.16
Noel (PR) 1972 1.16
Leovanir (PPS) 1938 1.14
Pastor Moisés Faria (PTN) 1933 1.14
Laroca (PDT) 1847 1.08
Pastor Luiz Bertoldo (PRB) 1770 1.04
Altair Nunes Taíco (PTN) 1741 1.02
Florenal (PTN) 1681 0.99
Dr. Messias (PDT) 1641 0.96
Contabilista Romualdo (PSB) 1560 0.92
Lopatiuk (PSB) 1556 0.91
Marcos Roth (PTN) 1531 0.9
Nilson Neves - Zico (PTN) 1507 0.89
Prof. Goiaba (PMDB) 1448 0.85
Dr. Ailton (DEM) 1442 0.85
Paulo Cenoura ( PT) 1441 0.85
Doutor Alexandre (PTN) 1321 0.78
Votos em 2008 por coligação
Partido votos coeficiente
PHS/PSB 21868 12.85
PTN/PSC/PSDC/PRTB/PTC/PT do B 21488 12.62
PP/PPS 19265 11.32
PSDB 18383 10.8
PMDB 17220 10.12
PSL/DEM 16177 9.5
PC do B/PT 15521 9.12
PDT/PMN 14831 8.71
PTB/PRP 12116 7.12
PR/PRB 6109 3.59
PV 4770 2.8
PSOL/PCB 2492 1.46
ENQUETE
Você é a favor das 23 cadeiras na Câmara de PG?
Não
Baixinho
Sou contra. Na verdade sou a favor que aqueles que estão trabalhem. Tem de ficar em 15 mesmo, pois agora depois da eleição não vejo ninguém nos bairros da cidade.
Sim
Cenoura
Inicialmente eu achava que 15 estava bom, mas fui voto vencido na discussão do partido. Agora devo seguir a deliberação partidária que é a favor da maior representatividade.
Sim
David
Sou a favor dos 23 vereadores em Ponta Grossa. Acredito que é preciso ter maior representatividade. E tendo mais representantes teremos mais representação.
Sim
Delmar Pimentel
Sou a favor da representação desde que não haja um custo elevado. A sociedade que representa Ponta Grossa tem de tentar proteger o desenvolvimento da cidade.
INDEFINIDO
Mingo
Eu particularmente fico com os 15 vereadores, mas tem a decisão também do partido, Agora com essa discussão na cidade acredito que seja importante ouvir a opinião da população.
Não
Mioduski
Já perdi duas vezes com 15 vereadores e apesar de que com esse número só se elegem médicos e quem tem dinheiro. E mesmo assim sou favor de que fiquem só os 15 mesmo.
Não
Pastor Moisés
Com o trabalho que estou na Câmara, os 15 são mais do que o suficiente. A cidade cresceu e até caberia mais, mas nesse momento o que mais precisamos é de trabalho.
Não
Xexinho
Sou contra os 23. Já fui vereador com 21 e não vi diferença. Esse número de 15 é suficiente, pois acredito que seja mais importante investir dinheiro em segurança e em saúde.
Vereadores que ficaram de fora em uma ‘hipotética’ Câmara com 23 vagas em 2008 não querem aumento
Com toda uma discussão envolvendo o aumento ou não no número de vereadores em Ponta Grossa, um levantamento feito com base nas eleições de 2008 aponta a relação dos parlamentares que teriam o seu lugar na Casa de Leis se as 23 vagas já estivessem valendo no último pleito. Os beneficiados seriam Baixinho, Pastor Moisés, Rogério Mioduski, Xexinho, Davi, Mingo Menezes, Cenoura e Delmar Pimentel. Cabe agora a população avaliar as relações qualidade x quantidade e se mais vereadores representam efetivamente maior representatividade, já que a maior parte dos ‘excluídos’ se mostra contrário ao aumento de cadeiras.
Quem analisa o cenário político de uma maneira diferenciada e isenta como o jornalista Emerson Urizzi Cervi, doutor em Ciência Política e professor do Departamento de Comunicação Social da Universidade Estadual de Ponta Grossa, lamenta que essa discussão esteja acontecendo, pois mostra a fragilidade do poder legislativo em cumprir seu principal papel, que é o de representar a sociedade. “Quando segmentos da própria sociedade se organizam para defender que não é preciso mais vereadores na Câmara é um sintoma que o legislativo não tem cumprido seu papel a contento. Parte dessa responsabilidade é dos próprios vereadores, que historicamente se apropriam do bem público para fazer política clientelista, personalizando as relações com os eleitores e enfraquecendo o papel da instituição”.
Contudo, ele aponta que existe também a ‘parcela de culpa’ da sociedade organizada que prefere se manifestar contra o aumento no número de vereadores ao invés de cobrar uma atuação mais institucionalizada do legislativo. “O resultado é que a câmara deixa de cumprir o seu papel de fiscalizar o executivo e propor leis como resultado de debates públicos. Nem uma coisa, nem outra se faz no legislativo de Ponta Grossa há muito tempo. E é isso que explica a contrariedade da sociedade em relação ao número de vagas”.
Na avaliação do analista político, para melhorar de fato a imagem do legislativo é preciso pensar na qualidade dos serviços prestados e não na quantidade de vereadores. “Por qualidade dos serviços prestados entendo a diversidade na representação social entre os vereadores (que pode existir em um número pequeno e estar ausente em uma câmara com muitos vereadores) e a responsabilidade de agir institucionalmente como membro do poder legislativo e não apenas visando atender os interesses e projetos de carreira política pessoal”, finaliza Cervi.
Trabalho precisa ser analisado, diz Conselho
Para o porta-voz do Conselho de Entidades, Luiz Eduardo Pilatti Rosas, para se avaliar a qualidade de um vereador ou de um candidato é preciso analisar o que ele já fez pela comunidade, o seu trabalho social e se ele tem a ‘ficha limpa’.
“Acho que ver o que ele já fez é um bom indicativo. Mas acredito também que sem cercear o direito de ninguém, fica difícil uma pessoa com pouco estudo, por exemplo, estar na Câmara. Ela terá toda a assessoria, mas terá mais dificuldade para a análise dos projetos. Pois acredito que se o voto não for consciente, os reflexos aparecem logo depois com todos os problemas que já estamos acostumados a ver”, analisa.
Quem entrou na eleição de 2008
Dr. Zeca Raad
George
Dr. Pascoal
Mauricio Silva
Ana Maria
Mainardes
Laco
Schirlo
Valtão
Julio Küller
Alisson Zampieri
Edilson Fogaça
Doutor Enoc
Alina Almeida Cesar
Alessandro
Quem entraria com o ‘hipotético’ aumento
Baixinho
Pastor Moisés
Mioduski
Xexinho
David
Mingo
Cenoura
Delmar Pimentel
Os mais votados em 2008
Candidato votos coeficiente
Dr. Zeca (PSDB) 6054 3.56
George (PMN) 4215 2.48
Dr. Pascoal (PMDB) 4175 2.45
Mauricio Silva (PSB) 3510 2.06
Ana Maria (PT) 3437 2.02
Mainardes (DEM) 3323 1.95
Laco (PRP) 3285 1.93
Schirlo (PSB) 3102 1.82
Valtão (DEM) 3102 1.82
Julio Küller (PPS) 3090 1.82
Alysson Zampieri (PPS) 3020 1.77
Edilson Fogaça (PTN) 2416 1.42
Doutor Enoc (PTN) 2310 1.36
Alina (PMDB) 2239 1.32
Alessandro (PSDB) 2206 1.3
Delmar Pimentel (PDT) 3454 2.03
Mioduski (PP) 2840 1.67
Baixinho (PSB) 2404 1.41
Mingo Menezes (DEM) 2261 1.33
Xexinho (PSDB) 2171 1.28
Davi (PMDB) 2130 1.25
Eliel Polini (PSB) 1980 1.16
Noel (PR) 1972 1.16
Leovanir (PPS) 1938 1.14
Pastor Moisés Faria (PTN) 1933 1.14
Laroca (PDT) 1847 1.08
Pastor Luiz Bertoldo (PRB) 1770 1.04
Altair Nunes Taíco (PTN) 1741 1.02
Florenal (PTN) 1681 0.99
Dr. Messias (PDT) 1641 0.96
Contabilista Romualdo (PSB) 1560 0.92
Lopatiuk (PSB) 1556 0.91
Marcos Roth (PTN) 1531 0.9
Nilson Neves - Zico (PTN) 1507 0.89
Prof. Goiaba (PMDB) 1448 0.85
Dr. Ailton (DEM) 1442 0.85
Paulo Cenoura ( PT) 1441 0.85
Doutor Alexandre (PTN) 1321 0.78
Votos em 2008 por coligação
Partido votos coeficiente
PHS/PSB 21868 12.85
PTN/PSC/PSDC/PRTB/PTC/PT do B 21488 12.62
PP/PPS 19265 11.32
PSDB 18383 10.8
PMDB 17220 10.12
PSL/DEM 16177 9.5
PC do B/PT 15521 9.12
PDT/PMN 14831 8.71
PTB/PRP 12116 7.12
PR/PRB 6109 3.59
PV 4770 2.8
PSOL/PCB 2492 1.46
ENQUETE
Você é a favor das 23 cadeiras na Câmara de PG?
Não
Baixinho
Sou contra. Na verdade sou a favor que aqueles que estão trabalhem. Tem de ficar em 15 mesmo, pois agora depois da eleição não vejo ninguém nos bairros da cidade.
Sim
Cenoura
Inicialmente eu achava que 15 estava bom, mas fui voto vencido na discussão do partido. Agora devo seguir a deliberação partidária que é a favor da maior representatividade.
Sim
David
Sou a favor dos 23 vereadores em Ponta Grossa. Acredito que é preciso ter maior representatividade. E tendo mais representantes teremos mais representação.
Sim
Delmar Pimentel
Sou a favor da representação desde que não haja um custo elevado. A sociedade que representa Ponta Grossa tem de tentar proteger o desenvolvimento da cidade.
INDEFINIDO
Mingo
Eu particularmente fico com os 15 vereadores, mas tem a decisão também do partido, Agora com essa discussão na cidade acredito que seja importante ouvir a opinião da população.
Não
Mioduski
Já perdi duas vezes com 15 vereadores e apesar de que com esse número só se elegem médicos e quem tem dinheiro. E mesmo assim sou favor de que fiquem só os 15 mesmo.
Não
Pastor Moisés
Com o trabalho que estou na Câmara, os 15 são mais do que o suficiente. A cidade cresceu e até caberia mais, mas nesse momento o que mais precisamos é de trabalho.
Não
Xexinho
Sou contra os 23. Já fui vereador com 21 e não vi diferença. Esse número de 15 é suficiente, pois acredito que seja mais importante investir dinheiro em segurança e em saúde.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Entidades vão tentar derrubar aumento de vereadores 2013
Os vereadores de Ponta Grossa, a 115 km de Curitiba, votaram e aprovaram o aumento de oito cadeiras na Câmara Municipal do município nesta segunda-feira (25). Na próxima eleição, serão 23 vereadores e não mais apenas 15.
A votação, que não estava na ordem do dia, foi aprovada em segunda discussão por 11 votos contra quatro. A maioria dos vereadores não alteraram a posição deles em relação a primeira votação, que foi há duas semanas. Apenas a vereadora Alina de Almedia Cesar, que disse ter se confundido com outro projeto, desta vez, votou a favor da proposta, diferentemente da primeira discussão.
“Votei pensando que era o projeto 01 da emenda da Lei Orgânica (...)”, afirmou a vereadora que não pode alterar o voto.
A estudante Lorena Abrami acompanhava à sessão e comentou a falta de atenção. “Deixa muito claro que nem mesmo os vereadores têm noção do que eles estão fazendo aqui”, afirmou.
Depois da sessão, o presidente da Câmara Municipal, Maurício da Silva, se reuniu com o Conselho de Entidades para discutir quanto vai custar aos cofres públicos os oito novos vereadores. De acordo com o Conselho, seriam R$ 1,8 milhão por ano. O presidente discordou e disse que pretende apresentar um novo cálculo no próximo encontro
O Conselho de Entidades inicia na próxima semana a coleta de assinaturas visando à apresentação de um projeto de iniciativa popular para reverter o aumento no número de vereadores a partir da próxima legislatura. Para que isso aconteça, é necessária a adesão de aproximadamente 10,5 mil eleitores.
A ideia do projeto de iniciativa popular foi aprovada em reunião do Conselho de Entidades realizada na noite de ontem. O objetivo principal é revogar a lei aprovada em abril deste ano, que elevou de 15 para 23 o número de vereadores a partir de 2013. Além disso, será proposto também que o orçamento da Câmara Municipal seja limitado em 2% da receita corrente do Município, ao invés dos 5% atuais.
Hoje pela manhã, representantes de diversos segmentos estiveram na Câmara Municipal, falando sobre a proposta ao presidente Maurício Silva (PSB). Ele disse que a iniciativa é legítima e assegurou seu trâmite normal caso o projeto venha a ser protocolado
ACIDENTE Um ônibus bateu em vários carros, na Rua Rio de Janeiro
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
O reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), João Carlos Gomes, é o mais novo reforço do PSDB
TUCANO João Carlos, Richa, Wosgrau e Plauto durante reunião em Curitiba, onde foi oficializada a filiação
O reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), João Carlos Gomes, é o mais novo reforço do PSDB para a disputa das eleições do ano que vem. A assinatura da ficha de filiação aconteceu no final da tarde de ontem em Curitiba, na presença do governador Beto Richa, presidente estadual do partido. Mais do que apenas fazer parte da legenda, João Carlos chega com a disposição de disputar a Prefeitura em 2012.
Segundo o reitor, o convite para se filiar ao PSDB partiu do prefeito Pedro Wosgrau Filho (PSDB), que acompanhou a reunião de ontem, juntamente com o deputado estadual Plauto Miró Guimarães (DEM). “Aceitei o convite para estar ao lado do prefeito Wosgrau e do governador Beto Richa, colocando meu nome à disposição para participar do processo eleitoral no ano que vem”, afirmou.
Nos últimos meses, o nome de João Carlos vinha ganhando corpo entre os possíveis candidatos à sucessão municipal no ano que vem. Por enquanto ele evita falar enfaticamente como pré-candidato, mas garante que a disposição de concorrer existe. “Meu nome seria mais um dentro do PSDB. O partido tem bons nomes e outras pessoas com boas condições de disputar a Prefeitura. Se for a vontade da executiva municipal e do grupo político, estarei à disposição”, assegura.
Apontado como um dos responsáveis pela ida do reitor ao PSDB, o prefeito Wosgrau, também presidente municipal da legenda, não poupa elogios ao novo correligionário. “O João sempre foi meu amigo, um companheiro, uma pessoa trabalhadora, que tem feito um belo trabalho à frente da universidade. É uma pessoa que vai somar muito para o nosso partido”, avaliou. Quanto à possibilidade de João Carlos ser o nome tucano para a Prefeitura, o prefeito desconversa. “Ainda é muito cedo para qualquer posicionamento. O importante é que ele está conosco, à disposição para futuras composições”.
João Carlos estava no PDT e, além do PSDB, tinha um convite para se filiar ao PMDB. Em seu terceiro mandato como reitor da UEPG, já participou de uma eleição, em 1994. Na oportunidade, ele concorreu a uma cadeira de deputado estadual e fez 10.637 votos. Com sua chegada, o PSDB ganha um nome em condições de concorrer à sucessão de Wosgrau. Até então, o deputado Plauto Miró Guimarães era apontado como o pré-candidato do grupo à Prefeitura
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