sexta-feira, 11 de março de 2011

Denarc deve funcionar em até duas semanas


QUALIDADE Delegado-chefe da Denarc, Riad Farhat, destaca que integrantes da unidade estão sendo “escolhidos a dedo”

A unidade de Ponta Grossa da Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc) deve entrar em funcionamento entre uma e duas semanas. A informação foi repassada ontem ao Diário dos Campos pelo delegado-chefe da Denarc no Paraná, Riad Farhat. “Estamos em processo de escolha de imóvel e montando a equipe”, contou.

A unidade será comandada pelo delegado Danilo Cesto e deverá contar com seis investigadores e um escrivão. “Este setor de drogas é crítico e, por isso, estamos escolhendo a dedo as pessoas que farão parte da equipe”, disse Riad. Segundo ele, a Denarc deverá ser composta por policiais civis designados de Curitiba e também da região de Ponta Grossa. “Temos que pensar na qualidade deste time”.

Além de contar com um grupo próprio e especializado de policiais, Riad comenta que as investigações da Denarc terão o apoio da 13ª Subdivisão Policial (SDP). “A intenção é trabalhar em conjunto com a Subdivisão, um órgão complementando o outro”, destacou. Sem uma unidade própria da Divisão de Narcóticos, a delegacia de Ponta Grossa contava com a ajuda da Denarc de Curitiba para apurar alguns casos relacionados ao tráfico de drogas.

De acordo com o delegado, a Divisão vai aliviar o trabalho dos policiais que atuam na 13ª SDP. Assim, eles poderão dedicar-se mais na apuração dos demais crimes que ocorrem na cidade, como furtos, roubos e homicídios.

Riad Farhat destaca a implantação de uma unidade da Denarc para os Campos Gerais. “É importante Ponta Grossa ter uma Denarc, primeiro pelo seu tamanho e, segundo, por sua importância estratégica no Estado”, afirmou, lembrando que o problema da droga aumenta junto com a cidade.

A autoridade policial comentou ainda que o narcotráfico gera uma série de problemas sociais e acarreta vários crimes. “Temos o tráfico, os assassinatos devido ao acerto de contas com traficantes e roubos e furtos cometidos por usuários que precisam trocar dinheiro ou objetos pela droga”, explicou o delegado.

Atualmente, a Denarc possui duas unidades em Curitiba e uma em Foz do Iguaçu, Pato Branco, Londrina e Maringá.

sábado, 5 de março de 2011

Desfiles devem levar 50 mil à Vicente Machado


CENTRO DE CULTURA As fantasias utilizadas no desfile permaneceram em exposição durante toda a semana

Tem início neste sábado a programação de Carnaval de Ponta Grossa. O cronograma de atividades foi preparado pela Secretaria Municipal de Cultura e Turismo. A partir das 20 horas, quatro escolas de samba participam do ‘desfile de rua’, na Avenida Vicente Machado. A festa deve ir até a meia noite, com animação de trio elétrico.

A secretária municipal de Cultura e Turismo, Elizabeth Schmidt, detalha que cada uma das quatro escolas deve apresentar três carros alegóricos. “Será um desfile competitivo, em que haverá classificação das escolas em primeiro, segundo, terceiro e quarto lugares.

“Entre desfile e apresentação do trio elétrico, acredito que a festa deva seguir até por volta da meia noite, na Avenida Vicente Machado”. O desfile deve partir do cruzamento com a Balduíno Taques, até a Benjamin Constant, nas proximidades do Terminal Central de Transporte Coletivo. O desfile se repete na segunda-feira, quando haverá premiação das escolas. O evento acontece no mesmo horário de sábado. Nos dois dias, haverá interdição do tráfego a partir das 18 horas.

Para domingo e terça-feira também há programação prevista, sempre a partir das 15 horas, no Parque Ambiental. “Até por volta das 19 horas, haverá animação do trio elétrico. A participação é gratuita. Agora é só torcer para que não chova nos dias de folia”.
Publicado em: 05/03/2011

Terreno vira ‘abrigo’ de bandidos no Jardim Carvalho


DESCASO Segundo os moradores, a última limpeza no local foi feita há cinco anos

Moradores do Jardim Carvalho, em Ponta Grossa, exigem providências quanto às condições de um terreno baldio, localizado na esquina das ruas Francisco Ribas e Antônio Vieira. A última limpeza no local foi feita há cinco anos. Com o mato alto, o local serve de esconderijo para bandidos e de objetos roubados, além de servir de criadouro de pragas e insetos.

“Já perdemos as contas de quantos protocolos já fizemos na Prefeitura de Ponta Grossa. Ontem, fizemos o último pedido de providências, desta vez, junto à Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos”, conta um dos moradores, Emerson Carneiro.

Thiago Carvalho, vizinho do terreno, conta que, há três anos, os moradores vêm fazendo protocolos de pedidos de limpeza. “Mas nenhuma providência foi tomada. A última limpeza da área foi feita há cinco anos. Agora, o local serve de abrigo para bandidos e objetos roubados. É um perigo ainda maior, porque diariamente passam pelas redondezas muitos adolescentes matriculados em colégio estadual instalado nas proximidades”, salienta.

Através de material encaminhado pela assessoria de imprensa da Prefeitura Municipal de Ponta Grossa, o Código de Postura do Município é claro ao afirmar que a limpeza dos terrenos não edificados é de responsabilidade do proprietário. “O descuido pode causar ao dono multas que chegam a R$ 500. Constantemente, a Vigilância Sanitária de Ponta Grossa reforça as orientações sobre cuidado com o terreno não edificado e pedindo também aos proprietários que façam a limpeza regularmente. Mensalmente, a Vigilância recebe cerca de 200 denúncias sobre terrenos baldios abandonados”.

Ainda segundo informações repassadas pela assessoria, a denúncia deve ser protocolada na Praça de Atendimento da Prefeitura de Ponta Grossa. A partir disto, a Vigilância convoca o proprietário a realizar a limpeza. Se em 30 dias não forem tomadas providências é aplicada multa e a limpeza é realizada pela Prefeitura. “Caso a taxa não seja paga, o débito é inscrito na Dívida Ativa do município e o proprietário pode ser cobrado judicialmente. O valor da multa de uma propriedade é duplicado a cada nova denúncia comprovada e seguida de notificação”.

Publicado em: 05/03/2011 deixe o seu comentario

sexta-feira, 4 de março de 2011

A Lei nº 11.698/2008, que estabelece a guarda compartilhada


A Lei nº 11.698/2008, que estabelece a guarda compartilhada, entrou em vigor na última sexta-feira, dia 15 de agosto. A lei foi sancionada no dia 13/6 pelo Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. A nova lei dá aos pais que estiverem em processo de separação a opção pela guarda compartilhada, onde ambos dividem responsabilidades e despesas quanto à criação e educação dos filhos.


Na guarda compartilhada, os pais dividem a responsabilidade em relação aos filhos. Todas as deliberações sobre a rotina da criança, como escola, viagens, atividades físicas, passam a ser tomadas em conjunto.

Entretanto, que a fixação da guarda compartilhada pelo juiz somente deverá ocorrer quando houver diálogo e civilidade entre os pais. Casais que vivem brigando e que não conseguem dialogar dificilmente estarão aptos a adotar esse tipo de guarda. De acordo com ela, mesmo diante da possibilidade prevista em lei, não cabe ao juiz impor a guarda compartilhada.

Ao sancionar a Lei 11698/08, o Presidente Lula vetou o artigo onde a guarda compartilhada poderia ser fixada por "consenso ou por determinação judicial". Ficou estabelecido que os termos da guarda poderão ser formulados em comum acordo pelas partes, entretanto somente o juiz poderá fixá-los.

Então, a nossa legislação prevê dois tipos de guarda: Compartilhada - a criança ou adolescente mora com um dos pais, mas não há regulamentação de visitas nem limitação de acesso à criança em relação ao outro, as decisões são tomadas em conjunto e ambos dividem responsabilidades quanto à criação e educação dos filhos; Unilateral - a criança mora com um dos pais que detém a guarda e toma as decisões inerentes à criação, o outro passa a deter o direito de visitas, regulamentada pelo juiz. A pensão alimentícia, fixada mediante acordo entre as partes ou pelo judiciário, passa a ser obrigação do pai que detém o direito de visita.

Importante destacar que continua valendo a obrigação da pensão alimentícia para os dois tipos de guarda, conforme observou o Juiz Arnaldo Camanho: "A obrigação de sustentar o filho continua existindo". No entanto, os valores poderão ser revistos, diante do aumento ou redução das despesas dos responsáveis.

MP diz que CPI do ‘Dossiê’ gerou ação civil pública


PROVIDÊNCIAS A promotora Michele Fontana explica que todas as irregularidades que se confirmam são investigadas

Algumas Comissões Parla­mentares de Inquérito propostas pela Câmara Municipal de Ponta Grossa têm resultado em diversos inquéritos e até ações. Contrariando declarações de alguns vereadores sobre o resultado das CPIs, Michelle Ribeiro Fontana, promotora de Justiça do Patrimônio Público, explica que quando há indícios, as irregularidades são investigadas. Se confirmadas, são tomadas as providências cabíveis.

No caso da CPI do Dossiê da Ronda, foram arquivados dois procedimentos, dois estão em andamento e também está em trâmite uma ação civil pública contra o prefeito municipal Pedro Wosgrau Filho e a Fundação Zerbini. A Fundação foi contratada com dispensa de processo licitatório para elaboração do plano diretor na área da saúde e estudo de viabilidade do Hospital Regional, mas não realizou o serviço, que foi prestado por outra empresa.

Os inquéritos se referem a verbas destinadas à As­so­ciação Madre Paulina e contratação da empresa J. Maluceli para realização de um fundo previdenciá­rio. “Estes estão em andamen­to”, comenta a promotora. O inquérito sobre a contratação da Advocacia Andreoli foi arquivado, segundo Michelle, por falta de provas.

O levantamento feito pela CPI do Dossiê da Ronda também resultou em uma ação civil pública contra o prefeito municipal e a Fundação Verbini. “A ação de probidade foi proposta em outubro de 2010, após verificação de que a Fundação contratada, sem licitação, para realizar o levantamento da demanda de Ponta Grossa na área da saúde não realizou o serviço.

Quem prestou o serviço foi outra empresa”, explica a promotora. O contrato previa a elaboração de um plano diretor na área da saúde e um estudo de viabilidade para implantação do Hospital Regional. A ação está em trâmite.

De acordo com a promotora, sempre que a denúncia procede, as providências cabíveis são tomadas. “O que falta, muitas vezes, é acompanhamento por parte de quem faz as denúncias. As pessoas não buscam saber o que está acontecendo, o andamento dos processos”, diz. Ela diz que devido ao volume de processos que tramitam no Ministério Público, algumas vezes há demora no andamento dos processos. “Mas nada fica sem a devida atenção, sem investigação e as providências necessárias”, fala.



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quinta-feira, 3 de março de 2011

Vizinhança Escolar Segura’ é lançado


REGENTE FEIJÓ’ Comandante do Bpec, tenente-coronel Dabul comandou encontro sobre o assunto

O comandante do Batalhão de Patrulha Escolar Comunitária (Bpec), tenente-coronel Douglas Sabatini Dabul, lançou ontem, em Ponta Grossa, o projeto ‘Vizinhança Escolar Segura’. A primeira reunião da campanha, que é o tema de trabalho do Bpec para 2011, aconteceu no Colégio Estadual Regente Feijó, um dos maiores da cidade com 2,8 mil alunos, e reuniu comerciantes e moradores do entorno da instituição, além de professores. Nos próximos dias, a Patrulha Escolar promoverá encontros nos demais estabelecimentos de ensino do município.

“Esta temática trata da importância da participação de todos, principalmente no que diz respeito à segurança no entorno das escolas, que também é responsabilidade da comunidade, a qual deve ser parceira no repasse de informações e cuidados ao nosso bem maior, os jovens”, afirmou Dabul.

De acordo com o comandante da PEC em Ponta Grossa, Saulo Vinícius Hladyszwski, aproximadamente 50 pessoas foram convidadas a participar da reunião de ontem, entretanto pouca gente compareceu. “Mas nós não vamos descansar. Vamos refazer o convite, promover novos encontros para multiplicar as informações”, avisa.

Alguns participantes manifestaram-se e ressaltaram que um dos grandes problemas para os alunos e professores do ‘Regente Feijó’ é a falta de policiamento na Praça Barão do Rio Branco, que fica em frente à escola. “A gente vê traficantes passando drogas para adolescentes e tem horários em que não dá para passar”, disse um morador.

Para a diretora do colégio, Cleosy Santos, o encontro desta terça-feira, mesmo com poucas pessoas, foi importante. “Acredito que vai dar resultado”, aposta, acrescentando que “nos dias de hoje não tem mais como a escola trabalhar sem o apoio da Patrulha Escolar”.

Dabul destacou a necessidade manter os vizinhos e os comerciantes em alerta para impedir a venda de bebidas e cigarros para os alunos.

1º BPM faz megaoperação para reduzir criminalidade


VERIFICAÇÃO Bloqueios em vias são uma das ações realizadas para comemorar o aniversário da unidade

O 1º Batalhão de Polícia Militar (BPM) comemorou ontem 111 anos de existência e, para lembrar a data, o comando deflagrou a Operação 1º de Março. A força-tarefa, que fez aumentar em quatro vezes o número de policiais nas ruas de Ponta Grossa, começou às 10h10 desta terça-feira e termina nesta manhã.

“O que queremos é baixar o número de ocorrências durante estas 24 horas da megaoperação”, disse o comandante do 1º BPM, tenente-coronel Milton Isack Fadel Junior, que também participou efetivamente das ações nas ruas. No fim da tarde de ontem, ele comentou que o número de ligações ao 190 – Emergência caiu muito em relação aos dias anteriores. “Isso pode ser influência da operação que estamos fazendo”, observou. O balanço final da força-tarefa será divulgado hoje.

A PM está realizando bloqueios em vias, arrastões em bairros, policiamentos a pé e patrulhamentos. Policiais tiveram férias interrompidas e as folgas foram suspensas para que todo o efetivo do Batalhão participasse da força-tarefa. Além deles, também foram convocados PMs que atuam em outras cidades que integram a unidade.

Uma cerimônia, na mnhã de ontem, também marcou o aniversário do 1º BPM. Quatro policiais foram homenageados por serviços prestados recentemente. O sargento Valter Ferreira e o soldado Edinei Brandão foram lembrados em virtude de uma ocorrência atendida em setembro do ano passado. Eles apoiaram outras equipes que davam atendimento a uma ocorrência de roubo e sequestro, em Castro, e obtiveram êxito durante as buscas para encontrar o taxista Ricardo Maciel da Silva, que estava até então desaparecido. Ele foi encontrado pelos militares em um precipício de aproximadamente 25 metros, na estrada rural de acesso à Represa de Alagados. O taxista havia sido atingido por golpe de faca e pauladas e estava sem condições de solicitar socorro, correndo risco de morte; porém, devido ao resgate e pronto-atendimento feito pelos policiais, hoje está vivo. O taxista compareceu à solenidade.

Já os soldados Reginaldo Rossi e Marcio Aparecido Custódio prenderam no último dia 23 quatro homens que se utilizavam de motocicleta e armas de fogo e vinham cometendo uma série de roubos a pessoas. Segundo o tenente-coronel, foi graças ao empenho destes policiais que a quadrilha foi desmantelada.



Traficantes acabam presos
Durante a Operação 1º de Março, por volta do meio-dia, policiais que realizavam um bloqueio perto do campus da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) prenderam dois homens por tráfico de drogas. O delegado Marcus Vinícius Sebastião, do 2º Distrito Policial, contou que os PMs abordaram uma moto com dois ocupantes. Com Marcos Fernando Machado da Silva, 21 anos, que estava na garupa, foram encontrados 26 gramas de crack. “A droga estava na cueca dele”, revelou o delegado. A motocicleta pertencia a Marcos e quem a conduzia era Paulo Ricardo Conceição Machado, 32.

Em seguida, os policiais foram até a casa de Marcos, na Vila Rubini II, e encontraram materiais usados na confecção das pedras de crack. Testemunhas ouvidas pelo delegado disseram que ele havia comprado R$ 300 em drogas para revender e pagar a moto. Os dois já tinham passagem por porte de arma de fogo.

Para lavrar o flagrante, Sebastião também levou em conta as diversas denúncias que chegaram até a polícia de que na casa de Marcos funcionava um ponto de tráfico de drogas.


Publicado em: 02/03/2011

Fogo destrói 40% de escola em Castro


PREJUÍZO Incêndio atingiu salas de aula, laboratórios e biblioteca

O vice-governador e secretário de Estado da Educação, Flávio Arns, a convite do prefeito de Castro, Moacyr Elias Fadel Junior, visitou ontem os escombros de parte do Colégio Estadual Irmãos Antonio e Marcos Cavanis, atingido por um incêndio na noite de segunda-feira. O secretário e o prefeito garantiram que a escola terá uma nova sede a partir de 2012. “Vamos construir uma escola nova em parceria com a Prefeitura e o projeto será discutido pela comunidade escolar. Neste momento, o mais importante é que ninguém se machucou e peço a colaboração de todos para resolvermos a situação. Quanto ao atual prédio, faremos uma reforma na parte que não foi atingida e a recuperação da parte que foi queimada”, afirmou Arns.

A chefe regional do Núcleo de Educação, Maria Izabel Vieira, decidiu antecipar em duas semanas as férias de julho, e nesse tempo, serão definidos novos locais para acomodar os 950 alunos divididos em 24 turmas do ensino fundamental e médio. “O calendário escolar será reorganizado e já estamos vendo espaços alternativos para instalar os alunos. Temos o apoio da Prefeitura para o transporte escolar quando estendermos as aulas no mês de julho e dezembro”.

A diretora do colégio, Gilma Maria Carneiro de Paula disse que os alunos serão avisados através da rádio do reinício das aulas e dos locais onde irão estudar.

O incêndio no prédio que abriga o colégio iniciou por volta das 19h30. As chamas atingiram 40% do imóvel e destruíram seis salas de aulas, laboratórios de informática e ciências, biblioteca e salas administrativas. O comandante da 2ª Secção de Bombeiros, tenente Bruno Fidalgo, destacou que o fogo foi controlado em três horas. “As operações de combate às chamas e de rescaldo foram realizadas com uso aproximado de 50 mil litros de água e efetivo de 15 bombeiros, de Castro, Carambeí e Ponta Grossa”, disse. A principal suspeita é de que um curto-circuito tenha provocado o incêndio.

Incêndio atinge lanchoneteO fogo também destruiu parte de uma lanchonete, localizada na Avenida Vicente Machado, no Centro de Ponta Grossa. Os bombeiros foram acionados às 7h30 de ontem para controlar as chamas, que ameaçavam se espalhar aos imóveis vizinhos. Dos 420 metros quadrados de área, 80 foram atingidos. Segundo o Corpo de Bombeiros, vários objetos da cozinha foram destruídos. Ninguém se feriu.
Publicado em: 02/03/2011

TRÁFICO Policial mostra a droga que estava com Maicon Douglas Pereira e Luiz Fabiano Carvalho

Terminou às 10 horas de ontem a Operação 1º de Março, deflagrada pelo 1º Batalhão de Polícia Militar (BPM), para reprimir o crime e aumentar a sensação de segurança em Ponta Grossa. A força-tarefa durou 24 horas e trouxe alguns resultados positivos como a apreensão de 584 pedras de crack e a prisão de quatro traficantes. Outras quatro pessoas foram autuadas em termo circunstanciado.

Dia e noite, policiais estiveram nas ruas fazendo blitze, bloqueios, arrastões e abordagens. Segundo o balanço divulgado nesta quarta-feira pela relações-públicas do 1º BPM, tenente Natália Marangoni, a força-tarefa abordou dez bares e 1.070 pessoas, vistoriou 845 veículos e 144 notificações foram lavradas. A ação resultou na apreensão de 30 veículos (23 motocicletas e sete automóveis).

Logo no início da operação, por volta do meio-dia de terça-feira, dois homens foram presos perto do campus da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). Eles ocupavam uma motocicleta abordada em um bloqueio montado na Avenida General Carlos Cavalcanti. Um deles portava 26 gramas de crack na cueca. Marcos Fernando Machado da Silva, 21 anos, e Paulo Ricardo Conceição Machado, 32, foram autuados em flagrante.

Às 20h15 de terça, outras duas pessoas foram detidas durante uma blitze da PM, na rotatória da Avenida Visconde de Taunay, no Bairro da Ronda. Assim como os dois detidos anteriormente, elas também estavam em uma moto. O passageiro Maicon Douglas Pereira, 18, conhecido por Tanaka, carregava duas pedras de crack envoltas em um plástico. A droga pesou cerca de 115 gramas.

Aos policiais, ele disse que pegou a droga na área central e estava levando para a uma pessoa que o aguardava em um posto de combustíveis. Tanaka e o piloto da moto, Luiz Fabiano Carvalho, 35, foram encaminhados à 13ª Subdivisão Policial (SDP) e autuados em flagrante por tráfico de drogas.Publicado em: 03/03/2011

MP reconhece que Ponta Grossa precisa de Gaeco


MOVIMENTO Para Henrique Henneberg, Gaeco deve combater, entre outros, crimes do ‘colarinho branco’

Mesmo sendo a quarta maior cidade do Pa­raná, com mais de 310 mil habitantes, segundo o Censo 2010, Ponta Grossa ainda não conta com uma unidade do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), que é referência nas apurações de diversos crimes, inclusive os que envolvem policiais. Hoje, o Gaeco está em sete municípios paranaenses: Curitiba, Londrina, Foz do Iguaçu, Cascavel, Gua­rapuava, Guaíra e Maringá.

Em entrevista ao Diário dos Campos, o coordenador estadual dos Gaecos, o promotor de Justiça Leonir Batisti, reconhece que a cidade precisa contar com esse Grupo.

“Estudos apontam a necessidade da criação de uma unidade do Gaeco em Ponta Grossa, porém, ainda não existe previsão para a implantação do Grupo na cidade, já que a criação de novas unidades depende da institucionalização do Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado por parte do governo do Estado”, disse. Ou seja, o governador Beto Richa precisa editar um decreto que institucionalize e regulamente o Grupo.

O Ministério Público do Paraná propôs uma minuta à Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp), no início do mês de fevereiro, e está aguardando definição do Executivo. Só a partir desta institucionalização é que se pensará em criar novas unidades do Gaeco.

Na última vez em que o secretário da Segurança, Reinaldo de Almeida César Sobrinho, esteve em Ponta Grossa, há um mês, foi questionado pela reportagem do DC sobre o assunto. Na ocasião, ele disse que a proposta de criação de um Gaeco no município não tinha sido tratada, mas aprovou a ideia e a apresentaria à Procuradoria de Justiça do Paraná. A assessoria de imprensa da Sesp, por sua vez, declarou, dias atrás, que não tem informações sobre o assunto.

O coordenador do Movi­men­to Campos Gerais de Igual para Igual, advogado Henrique Henneberg, considera “importantíssima” a implantação do Grupo em Ponta Grossa. “É preciso ter alguém por trás, pensando, planejando, elaborando estratégias para combater o crime de ‘colarinho branco’”, comenta, acrescentando que a rotina dos policiais absorve o tempo de investigação, até por falta de efetivo. “Vou levar essa proposta para que o Movimento passe a cobrar”, garante.

Conheça a função do Grupo
O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado é um órgão que se destina à investigação e combate ao crime organizado e controle externo da atividade policial, promovendo as ações penais pertinentes. É composto por membros do Ministério Público, Polícia Civil e Polícia Militar designados e integrados em Grupo. Ele foi criado em 1994, com o nome de Promotoria de Investigação Criminal (PIC). A adoção do nome Gaeco e a implantação dos Grupos regionais aconteceram em 2007. Entre as ações mais recentes promovidas pela equipe, está o desmantelamento de uma quadrilha, integrada inclusive por policiais, que forjava boletins de ocorrência para desviar cargas, em Guarapuava, no mês passado.Publicado em: 03/03/2011 -

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Readequação de escala minimiza crise na 13ª SDP

A delegada Valéria Padovani de Souza garantiu a readequação da escala de serviço para março



Representantes do Sindicato dos Policiais Civis do Paraná estarão em Ponta Grossa, nesta semana, para solicitar informações sobre a escala de serviço de investigadores e escrivães da 13ª SDP. De acordo com o presidente da entidade, André Gutierrez, servidores pediram a intervenção do Sinclapol para que a carga horária não fosse desrespeitada. Eles estariam trabalhando além das 40 horas semanais, bem como participariam de operações especiais de repressão ao crime nos horários de folga. A insatisfação teria gerado uma crise interna na delegacia.
“Não é uma situação pontual de Ponta Grossa. Em outras regiões do Estado existe o mesmo problema”, diz Gutierrez. Ele ressalta que a defasagem de funcionários no quadro da Polícia Civil é de aproximadamente 40% e a consequência disso é o acúmulo de horas trabalhadas.

Leia a matéria na integra no JM impresso.
Credito:
Segundo secretário da AL, deputado Reni Pereira, vistoria a central de ar condicionado


Neste momento em que a Assembleia Legislativa do Paraná passa por profundas transformações, o deputado Reni Pereira (PSB), segundo secretário da Mesa Executiva da Casa, assumiu a responsabilidade de levantar e catalogar todo o patrimônio móvel e imóvel pertencente ao Poder Legislativo paranaense. “A partir desse inventário vamos propor que haja uma verdadeira política de gestão patrimonial na Assembleia”, afirma o parlamentar.
Para o trabalho, Reni Pereira formou uma comissão técnica integrada por advogados, engenheiros e auditores. “Precisamos conhecer o que integra esse patrimônio para melhor administrá-lo. Estamos partindo praticamente do zero, não existe hoje um inventário oficial”, revelou, para acrescentar que os controles existentes são falhos em vários aspectos.


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Megaoperação da PM durará 24 horas 2011




FORÇA-TAREFA Efetivo nas ruas será quatro vezes maior

Em comemoração ao aniversário de 111 anos do 1º Batalhão de Polícia Militar (BPM), será realizada uma megaoperação em Ponta Grossa. A atividade, denominada Operação 1º de Março, será deflagrada no fim da manhã de terça-feira e vai durar 24 horas.

Segundo a tenente Na­tália Marangoni, relações-pú­blicas do 1º BPM, serão desenvolvidas operações de bloqueio, arrastões em todas as regiões da cidade e policiamento a pé. Também serão intensificados os patrulhamentos nas principais vias de acesso ao município e em pontos-base.

De acordo com Natália, policiais tiveram férias interrompidas e as folgas foram suspensas para que todo o efetivo do Batalhão participe da força-tarefa. Além deles, também foram convocados PMs que atuam em outras cidades que integram a unidade. Conforme a tenente, a quantidade de policiais nas ruas na Operação 1º de Março será quadruplicada. “A atividade só está sendo possível com o esforço aplicado em caráter excepcional”, afirma.

Antes de deflagrar a operação, o comandante do 1º BPM, tenente-coronel Mil­ton Isack Fadel Junior, realizará a solenidade de aniversário no quartel do 1º BPM, no Bairro da Ronda. A cerimônia começará às 9 horas de terça-feira e estão previstas homenagens a policiais militares que se destacaram em seu serviço e apresentação do Canil Vale dos Ventos.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Tentativa de assalto acaba em morte em Ponta Grossa



LATROCÍNIO Antônio Carlos dos Santos (detalhe) foi assassinado com dois tiros, por volta das 11 horas de ontem


O dono de uma distribuidora de gás, localizada na Rua dos Operários, no Bairro de Olarias, em Ponta Grossa, foi morto a tiros, por volta das 11 horas de ontem. O crime chocou moradores da região e a principal hipótese da Polícia Civil é de que Antônio Carlos dos Santos, 55 anos, tenha sido vítima de uma tentativa de assalto. Até a tarde desta sexta-feira, nenhum suspeito havia sido localizado.

O delegado Maurício Souza da Luz, da Seção de Furtos e Roubos da 13ª Subdivisão Policial, é quem comanda as investigações sobre o caso. Ele passou o dia de ontem ouvindo testemunhas e pessoas próximas ao empresário. “Infelizmente, não houve testemunha presencial, que tenha acompanhado o assassinato”, diz. O tenente Fábio Canteri, da Polícia Militar, esteve no local do crime e pessoas disseram a ele que viram o autor dos disparos correr e entrar em um carro. O Instituto de Criminalística esteve no local do crime para coletar dados que possam ajudar na investigação.

Segundo Maurício, funcionários disseram que nada foi roubado porque o dinheiro ficava dentro do estabelecimento e Antônio foi morto na porta. Mesmo assim, a linha de investigação de latrocínio (roubo seguido de morte) pode ser considerada. “Possivelmente, a vítima tenha reagido ao assalto”, indica.

O empresário recebeu um tiro da cabeça e outro no abdômen. O Siate foi acionado para socorrê-lo, mas Antônio acabou morrendo dentro da ambulância. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) e à tarde liberado para os familiares para sepultamento.

Patrícia Chervinski Cardoso é vizinha da revendedora de gás e foi uma das primeiras pessoas que tentaram socorrer Antônio. “Eu estava dentro de casa quando ouvi dois disparos. Saí para ver o que estava acontecendo e observei um rapaz, com uma camiseta preta na cabeça, sair correndo”, relata.

Ao se aproximar do empresário, caído no chão, ela conta que ele tentou falar alguma coisa, mas não conseguiu. “Eu acho que ele reagiu a um assalto”, comenta. “Eu fiquei desesperada e horrorizada”.

Patrícia diz que Antônio trabalhava na revenda havia cerca de cinco anos e era considerado pelos moradores da região uma boa pessoa. “Era um amigo, não tem o que falar de ruim dele. Era uma pessoa muito trabalhadora, abria a distribuidora de segunda a domingo, das 8 às 20 horas. Ajudava os outros e até vendia fiado”, lembra.
Segundo a vizinha, Antônio morava no mesmo bairro, era casado e tinha dois filhos.

Reage a roubo e é esfaqueado
Um homem de 28 anos foi internado em estado grave no Hospital Bom Jesus após receber oito facadas no tórax. Segundo a Polícia Militar, Elias Andrade teria reagido a uma tentativa de assalto. O crime foi registrado às 4h30 de ontem, na Rua Francisco Otaviano, Vila Madureira, em Ponta Grossa. De acordo com a PM, Elias aguardava o ônibus que o levaria para o trabalho quando foi rendido por um rapaz armado de faca. A vítima foi socorrida pelo Siate e encaminhada à unidade hospitalar. De acordo com os bombeiros, apesar da gravidade dos ferimentos, ele não corre risco de morte.

Comissões devem ser definidas amanhã



IMPASSE De acordo com o regimento, o prazo para definição das comissões termina amanhã

A polêmica em torno da formação das comissões permanentes da Câmara Municipal parece estar próxima do fim. A expectativa é de que um ou dois pareceres sejam apresentados amanhã. De acordo com o regimento, a definição deve sair amanhã, através de acordo ou de votação em plenário. As comissões são responsáveis pela avaliação de todos os projetos propostos na Casa. As cinco áreas em que atuam são legislação, justiça e redação; finanças, orçamento e fiscalização; educação, cultura, esporte e cidadania; obras, serviços públicos, agricultura, pecuária, indústria, comércio e turismo; saúde, ação social e ecologia. Atualmente, 24 projetos aguardam parecer das comissões para entrar em votação.

O desacordo começou no final do ano passado, quando os vereadores se reuniram para definir a formação das comissões permanentes para o biênio 2011/12. Apoiadores do presidente da Câmara, Maurício Silva (PSB), boicotaram a reunião, que mesmo assim oficializou a composição das cinco comissões. Nesse processo, o grupo que apoiou a candidatura de Doutor Zeca (PSDB) ficou com a maioria dos integrantes nas principais comissões. Os apoiadores de Maurício acusaram irregularidades no processo, alegando que o assunto não constava na pauta da sessão extraordinária e que a vereadora Alina de Almeida César assinou a ata do encontro como líder do PMDB, função que não exerce. A discussão foi parar no Departamento Jurídico da Casa.

O cientista político Emerson Cervi explica que as comissões são responsáveis por avaliar, de forma técnica, os projetos elaborados pelo Legislativo ou que chegam do Executivo. “Através das comissões, os projetos são separados por áreas e analisados do ponto de vista da constitucionalidade e da contribuição social”, fala. Segundo ele, as comissões vêm perdendo importância dentro das Câmaras, não apenas em Ponta Grossa. “Elas passaram a ser muito mais políticas do que técnicas. Em alguns casos até objeto de negociação”, diz. Isso, para o cientista político, traz prejuízos à comunidade que é a mais atingida com as decisões tomadas por seus representantes legais.

Cervi comenta que o Brasil tem uma cultura de que as decisões maior importância normalmente são propostos do Executivo para o Legislativo, “e não o contrário, como deveria ser”, fala. “Esta atitude tem colaborado para reduzir a importância das comissões, diminuindo ainda mais sua visibilidade”, aponta. Para Cervi, a indefinição em relação às comissões da Câmara de Ponta Grossa demonstra fraqueza interna da Casa. “É uma situação muito ruim para a imagem da Câmara. O que pode amenizar é o consenso entre os vereadores, evitando que a discussão acabe em instâncias maiores”, diz.

Conheça a função de cada uma das Comissões
Comissão de Legislação, Justiça e Redação:
Cabe a ela opinar sobre o aspecto constitucional, legal, jurídico, regimental e técnico-legislativo de todos os processos que tramitem pela Câmara, ressalvados aqueles que tiverem outro destino nos termos deste Regimento. Além de oferecer a redação final dos projetos ou substitutivos que recebam emendas ou que se apresentem em desacordo quanto ao aspecto formal, gramatical e técnico-legislativo.


Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização:
Compete a ela fazer a análise técnica e apreciar o mérito em seus aspectos econômicos e financeiros, de projetos que versem sobre matéria tributária, abertura de crédito adicional, dívida pública, cargos e outros. Também compete a ela analisar, apreciar as emendas e emitir pareceres sobre Projetos de Plano Plurianual, Lei de Diretrizes Orçamentárias, Orçamento Anual e suas eventuais alterações; conhecer e apresentar pareceres sobre a prestação de contas do Poder Executivo e da Mesa Executiva da Câmara, após o pronunciamento do Tribunal de Contas do Estado; exercer as atividades de controle externo previstas no artigo 76, da Lei Orgânica do Município; apreciar fatos que digam respeito a indícios de despesas não autorizadas, ainda que sob a forma de investimentos não programados ou de incentivos fiscais não previstos em lei; solicitação de esclarecimentos e outros.


Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Cida­dania:
Cabe a seus membros a apreciação do mérito em matérias que digam respeito a ensino, cultura e esporte; subvenção social e auxílio financeiro a entidades educacionais, culturais, desportivas e de amparo ao cidadão; patrimônio histórico e natural; ciência e arte; exercício dos direitos inerentes à cidadania; segurança pública; direito do consumidor, das minorias, da mulher, da criança e do adolescente, do idoso e do deficiente físico; concessão de honrarias.


Comissão de Obras, Serviços Públicos, Agri­cultura, Pecuária, Indús­tria, Comércio e Turismo:
Discute assunto referentes a prestação de serviços públicos, diretamente pelo Município, ou em regime de concessão ou permissão; criação, organização e atribuição dos órgãos e entidades da administração municipal; plano de desenvolvimento urbano; controle do uso do solo urbano; sistema viário; parcelamento do solo; edificações; obras públicas; política habitacional do Município; denominação de vias, próprios e logradouros públicos; economia urbana e rural; fomento às atividades industriais, comerciais e de serviços; turismo em todas as suas manifestações; produção animal, vegetal e mineral; abastecimento; distritos industriais.


Comissão de Saúde, Ação Social e Ecologia:
Compete a esta comissão a apreciação do mérito em matérias que digam respeito a saúde pública; assistência social; subvenção social e auxílio financeiro a entidades de assistência social, assistência à saúde e que se dediquem à preservação ou recuperação do meio ambiente; higiene; profilaxia sanitária; saneamento público; controle de poluição ambiental; ecologia e meio ambiente; impacto ambiental.
Publicado em: 27/02/2011

Ponta Grossa abrirá mais 216 vagas para detentos


CAPACIDADE Crapg tem atualmente vagas para 120 homens condenados pela Justiça

O Departamento Pe­ni­ten­­ciá­rio (Depen) con­fir­mou que vai ampliar o Centro de Regime Se­mia­ber­to de Ponta Grossa (Crapg), voltado a presos con­­­denados que trabalham du­rante o dia e passam a noi­te na prisão. Segundo a assessoria de im­prensa da Secretaria de Estado da Jus­tiça e Cidadania (Seju), serão criadas mais 216 vagas. Atualmente, o espa­ço conta com capacidade para 120 homens condenados.

A expectativa do governo do Paraná, de acordo com a assessoria, é de que a obra inicie ainda em 2011. “A Seju/Depen está fazendo todo o empenho para que a obra aconteça neste ano”, diz o órgão.

O projeto de construção de mais mil metros quadrados de área já está pronto, no entanto, falta o orçamento quantitativo estimativo. Conforme a assessoria, a obra de ampliação do Crapg está no quadro de serviços do Fundo Penitenciário (Fupen) para este ano, mas necessita de suplementação orçamentária.

O Centro de Regime Semi­a­berto de Ponta Grossa tem 952 metros quadrados de área e a ampliação vai acontecer em um terreno ao lado, que já pertence ao Estado.

O Crapg é um estabelecimento penal de segurança média, destinado a presos do sexo masculino, em cumprimento da pena, gozando do benefício do regime semiaberto. A unidade foi criada em outubro de 2004.

O aumento da oferta de vagas no sistema penitenciário tem como um dos objetivos aliviar a superlotação na Cadeia Pública Hildebrando de Souza, que abriga quase o triplo da capacidade. Dos cerca de 500 presos que se amontoam no espaço projetado para 176, 150 já receberam a sentença final da Justiça e foram condenados pelos seus crimes. Eles aguardam a liberação de vagas no sistema penitenciário para serem transferidos. O ‘Cadeião’ é uma espécie de presídio provisório, construído para manter recolhidas as pessoas que ainda aguardam o julgamento de seus processos na Justiça, ou seja, assim que a sentença final é determinada pelo juiz, o condenado deveria deixar o local para cumprir a pena em penitenciária.

‘Efeito dominó’
Muitos dos detentos que estão no regime semiaberto saíram da Penitenciária Estadual de Ponta Grossa (PEPG) e foram para o Crapg beneficiados com a progressão de regime.

O coordenador do Movi­mento Campos Gerais, de Igual para Igual, o advogado Henrique Henneberg, comemora a abertura de novas vagas. Segundo ele, a ampliação de vagas no semiaberto realizará um efeito dominó: detentos do regime fechado já beneficiados com a progressão poderão ser transferidos para o semiaberto; em consequência, abrem-se vagas no regime fechado para aqueles condenados que estão no ‘Cadeião’.

Preso recebe mais atenção
Na opinião do advogado Henrique Henneberg, coordenador do Movimento Campos Gerais, de Igual para Igual, além de desafogar um pouco a Cadeia Pública Hildebrando de Souza, a criação de mais vagas no sistema penitenciário favorece a ressocialização do detento. “Nesse sistema, o preso recebe mais assistência, há salas de aula e oferta de várias atividades durante o dia. O sujeito se sente útil”, explica.

Mesmo com o aumento de vagas no regime semi­aber­to de Ponta Grossa, o coordenador garante que o Movimento segue lutando pela construção da Casa de Custódia, para abrigar os presos provisórios. “In­fe­lizmente, essa semana recebemos a informação de que o governo federal fará cortes no orçamento, incluindo as verbas destinadas para construção de presídios”, lamenta Henneberg. Publicado em: 27/02/2011

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Polícia caça bandidos em quatro cidades

Credito:
Diferentes órgãos participaram de ações de combate ao crime e à violência na noite de sexta e madrugada de sábado


Mais de 100 membros do 1º Batalhão, Polícia Civil, Guarda Municipal, Conselho Tutelar e Vigilância Sanitária, participaram na noite de sexta-feira e madrugada de sábado de atividades de enfrentamento à violência e ao crime nas cidades de Ponta Grossa, Castro, Palmeira e Porto Amazonas. A megaoperação faz parte das estratégias do secretário Reinaldo de Almeida César Sobrinho, da Secretaria de Segurança Pública do Paraná (Sesp), para prender criminosos, capturar fugitivos da Justiça e apreender drogas, armas, carros e objetos furtados ou roubados.
Os resultados foram apresentados na manhã desse sábado pelas autoridades policiais da região. Foram abordadas mais de 200 pessoas encontradas em ruas, estabelecimentos comerciais e em locais com significativa incidência de delitos. Uma foi presa em flagrante por porte de nota falsa e outra encaminhada ao Juizado Especial por desacato.

Leia a matéria na integra no JM impresso

A Caixa-Preta da Santa Casa de Misericórdia

Provedores da instituição se recusam a se posicionar sobre as dificuldades financeiras da Santa Casa


Às vésperas de completar 100 anos de fundação, em 2012, o Hospital Santa Casa de Misericórdia de Ponta Grossa, entidade filantrópica (que não possui fins lucrativos), é alvo de situação preocupante e que, se confirmada, pode decretar o seu próprio fim. Informações extraoficiais obtidas pelo Jornal da Manhã junto a um membro da diretoria do hospital – e que prefere não ter a sua identidade relevada publicamente – apontam para a existência de um rombo milionário nas contas da Santa Casa.
O rombo seria decorrente da má gestão financeira do hospital, cuja receita é composta, em grande parte, por recursos públicos. Além do dinheiro que recebe do Ministério da Saúde, através do SUS (Sistema Único de Saúde) para a realização de consultas médicas e outros procedimentos hospitalares, a entidade é uma das mais contempladas na região por verbas públicas resultantes de emendas parlamentares.

Leia a matéria na integra no JM

Doações da Receita Federal.A RF tem que ficar de olhos e fiscalizar o destino das suas doações, tem gente metendo a mão.Mao o que quero falar é que a Receita doou equipamentos para a Santa Casa a qual fez leilão e arrecadou uma boa verba, no entanto o dinheiro foi empregado para os leitos particulares do hospital beneficiando a elite podre. Vamos fiscalizar antigos provedores e que atualmente estão a frente da administração pública de Ponta Grossa, ai vai gente prá CADEIA.Um abraço para "os palhaçoes", assim como eu, que contribui nos programas de ajuda para a Santa Casa. Acessem: bocamansa.blogspot.com

CPI do Trânsito retoma as ações e foca o radar móvel


Os vereadores da Comissão Parlamentar de Inquérito do Trânsito retomam as ações na Câmara de Ponta Grossa na próxima terça-feira. Segundo o presidente da CPI, George Luiz de Oliveira (PMN), a reunião vai servir para definir prioridades. Neste primeiro momento, o foco da investigação será o uso de um radar móvel pela Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT) para controle de velocidade. Existe uma preocupação de que o equipamento esteja sendo usado com o intuito de aumentar a arrecadação com aplicação de multas.
O presidente da CPI defende que a mesma sinalização usada para os radares fixos seja aplicada no caso do aparelho móvel. Para alertar os motoristas da existência de um radar fixo, a legislação municipal determina a pintura do asfalto com três faixas na cor verde-limão, a 100 metros do aparelho, que também deve ser pintado com a mesma cor. Para alertar sobre o radar móvel, George entende que a CPI pode discutir uma alteração na lei, para que o equipamento tenha a mesma sinalização dos fixos.

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Ponta Grossa possui dois mil foragidos da Justiça


HISTÓRICO Delegada Valéria Padovani ressalta que alguns mandados de prisão estão em aberto há anos e com crimes até prescritos

Ponta Grossa contabiliza hoje mais de mil pessoas presas. São 503 homens e mulheres na Cadeia Pública Hildebrando de Souza, mais 408 homens na Penitenciária Estadual de Ponta Grossa (PEPG) e outros 120 no Centro de Regime Semiaberto (CRAPG). Mesmo assim, há centenas de criminosos soltos por aí. A delegada-chefe da 13ª Subdivisão Policial (SDP), Valéria Aparecida Padovani de Souza, estima que existem cerca de dois mil mandados de prisão em aberto na cidade.

O número pode ser assustador, entretanto, Valéria explica que esses mandados não são apenas da esfera criminal, mas também da área cível, como contra aqueles que não pagam pensão alimentícia. Por outro lado, Ponta Grossa tem homicidas, assaltantes e ladrões soltos. “Tem alguns mandados que estão há anos em aberto, então, essa estimativa é histórica. É impossível cumprir todos”, aponta, acrescentando que muitos desses criminosos já devem até ter morrido.

Segundo a delegada, todos os dias os policiais civis recebem mandados de prisão – seja temporária, provisória ou por condenação – expedidos pela Justiça. “E assim que recebem o documento, saem para as ruas com a finalidade de cumpri-los. Se isso não acontece, é porque não se sabe o paradeiro da pessoa”, afirma.

Também com o objetivo de colocar na cadeia os foragidos é que a Polícia Civil tem promovido arrastões pela cidade, muitas dessas operações em parceria com outros órgãos de segurança. “Quando realizamos essas ações, sempre checamos os documentos das pessoas. Algumas vezes conseguimos prender foragidos, o que é muito bom. Em outros casos, a pessoa até tem um mandado de prisão contra ela, mas como esse documento pode ficar em aberto por anos, às vezes o crime já prescreveu e não há mais o que fazer”, conta.

Outra situação muito comum é ter testemunhas ou até vítimas que vêm prestar depoimento ou registrar boletim de ocorrência na delegacia e acabam atrás das grades. “Já aconteceram vários casos desses. A pessoa chega, a gente consulta a identificação no sistema e vemos que há um mandado de prisão em aberto contra ela”, relata a delegada.

Também existem casos de homônimos, pessoas com o mesmo nome do foragido. Identidades falsas costumam gerar muito transtorno. “Isso é bem complicado. O cidadão tem que provar para nós que não é a mesma pessoa”.

Mesmo com tantos mandados de prisão em aberto pelos mais diversos motivos, Valéria Padovani garante que a polícia não escolhe quem prender. “Diariamente, a gente insere presos no sistema. A cadeia pública de Ponta Grossa recebe, em média, três detentos por dia e libera outros três. Há exceções, como na quinta-feira, quando oito presos foram recolhidos”, diz.

Mesmo com o presídio superlotado, a delegada assegura que o trabalho da polícia não para. “A gente vai continuar prendendo e colocando seja onde for”.

Ampliar vagas é necessidade
A solução para garantir que todos os presos – ao menos os de maior periculosidade – sejam colocados na cadeia e, assim, aumentar a sensação de segurança na cidade é ampliar as vagas no sistema carcerário. É por isso que a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) / subseção Ponta Grossa vem batalhando, em parceria com outras entidades da sociedade civil e do poder público, para a construção da Casa de Custódia. “Entendemos que esse espaço vai suprir a região e dar condições mínimas de higiene e insalubridade aos presos”, comenta o conselheiro da OAB, Marcos Luciano de Araújo. O local serviria para abrigar os presos já condenados enquanto aguardam transferência para uma penitenciária. Um terço dos presos que estão no ‘Hildebrando de Souza’ já recebeu a sentença e está cumprindo pena.
Publicado em: 20/02/2011

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Ladrões são presos após perseguição em rodovia 2011

Edinilson Fortanelli, 32, e o enteado Paulo Henrique Ávila, 20, estavam com arma e dinheiro roubado



Assaltantes roubam posto de combustível em Carambeí e fogem para Ponta Grossa. Os dois são rendidos por equipes da pm no perimetro urbano da pr-151

Todo o plano preparado cuidadosamente para assaltar o Posto Contorno, na PR-151, em Carambeí, na região dos Campos Gerais, não possibilitou ao desempregado Edinilson Fortanelli, 32, êxito no crime. Apesar de ter usado um gorro para esconder o rosto, para a execução do roubo, a vítima o reconheceu por um simples detalhe: a gagueira.
Edinilson e o enteado Paulo Henrique Ávila, 20, foram presos por volta das 3h45 da madrugada de ontem nas imediações da Fundição Hübner, na PR-151, em Ponta Grossa, por uma equipe comandada pelo tenente Fabian Borges Ogura, do 1º Batalhão. Os dois ocupavam um Ford Ká e pretendiam fugir da região. Dentro do automóvel os policiais localizaram o dinheiro roubado do posto, revólver calibre 38 com seis munições, roupas, o gorro e um capacete.

Leia a matéria na integra Publicado em 18 de Fevereiro de 2011

Aplicação de multas emPG é colocada sob suspeita

Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, infrações devem ser atestadas e notificadas por policiais ou agentes de trânsito

A aplicação de multas em Ponta Grossa pela Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT) foi colocada em dúvida por um servidor público do órgão que encaminhou e-mail à redação ontem e pede para não ser identificado por temer represálias. Atualmente, se uma pessoa estaciona seu veículo sem o cartão do Estacionamento Regulamentado (Estar), a chamada Zona Azul, recebe uma notificação de R$ 8,50. Caso este valor não seja pago em 15 dias, esta notificação se converte em uma multa que será aplicada via Departamento de Trânsito do Paraná (Detran). O problema, segundo o denunciante, estaria na legitimidade desta ‘conversão’. O presidente da AMTT, Edmir Alves de Paula, contesta a informação e explica que quem aplica a multa é a própria autoridade municipal de trânsito, no caso, ele mesmo. A Autarquia possui 35 orientadores de trânsito e 25 agentes de trânsito. Em 2010, foram arrecadados cerca de R$ 2 milhões por meio do Estar na cidade.

Leia a matéria na integra Publicado em 18 de Fevereiro de 2011

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Sandro Alex se abstém na votação do novo salário mínimo





MATERIA BLOG DO Johnny

A Câmara dos Deputados aprovou no fim da noite de ontem o projeto de lei do Poder Executivo que reajusta o salário mínimo para R$ 545 e estabelece as diretrizes para a política de valorização do salário mínimo a vigorar entre 2012 e 2015. Foram mais de dez horas de discussões e negociações no plenário da Câmara. O relator da matéria, deputado Vicentinho (PT-SP), rejeitou a maioria das emendas apresentadas ao projeto. Com a conclusão da votação, o projeto segue agora para apreciação e votação do Senado Federal.
Um dos pontos polêmicos da matéria era o Artigo 3º que estabelece que os reajustes e aumentos fixados pela futura lei a vigorar entre 2012 e 2015 serão estabelecidos pelo Poder Executivo por meio de decreto. Para atender os questionamentos de muitos deputados, o relator alterou o texto original do governo para deixar claro que o decreto que definirá o valor do mínimo não vai infringir as regras para o reajuste do salário mínimo que forem aprovadas pelo Congresso Nacional.
Outra mudança feita pelo relator Vicentinho, acatando emenda do PP, foi em relação ao Artigo 5º, que estabelece que o Poder Executivo constitua grupo interministerial encarregado de definir e implementar a sistemática de monitoramento e avaliação da política de valorização do salário mínimo. Neste artigo, o relator incluiu um dispositivo para estabelecer que o grupo interministerial tenha também que fazer a análise sobre o valor da cesta básica e sua relação com o salário mínimo.
Pelo projeto aprovado nesta quarta-feira pela Câmara, e que deverá ser votado na próxima semana pelo Senado Federal, o reajuste do salário mínimo entrará em vigor no primeiro dia do mês subsequente à data de sanção da nova lei pela presidenta Dilma Rousseff (PT).

VOTAÇÃO – Durante as votações dos destaques, os deputados rejeitaram, em votações nominais, um do PSDB, que pretendiam elevar o mínimo para R$ 600, e outro do DEM, que elevava o valor do mínimo para R$ 560. Os deputados rejeitaram também, em votação nominal, o destaque do PPS que pretendia alterar a redação do Artigo 3º do projeto para que os reajustes e os aumentos do salário mínimo, a vigorar entre 2012 e 2015, sejam estabelecidos pelo Poder Executivo por meio de projeto de lei a ser encaminhado ao Congresso Nacional e não por decreto como prevê o texto.
Depois de ter criticado o governo, declarando que “o salário de R$ 600, sugerido pelo PSDB, era possível mediante um corte nas despesas públicas e a moralização do governo”, o deputado federal Sandro Alex (PPS) se absteve da votação do destaque que se pretendia elevar o mínimo para R$ 600,00, ou seja, se recusou a votar a proposta.
O pepessista aprovou o destaque do DEM que elevaria o valor do mínimo para R$ 560,00 e posteriormente, em votação simbólica, aprovou a proposta do governo de R$ 545,00. Sandro foi o único deputado do Paraná a se abster na proposta de elevação do mínimo para R$ 600,00. O deputado Rubens Bueno (também do PPS) aprovou a proposta. (Com agências

musas de times brasileiro

As mais gostosas da net!!!!!!.wmv

Trote acaba em internação por coma alcoólico no PSM


EM COMA O primeiro rapaz teve a roupa rasgada, unhas e braços pintados

SITUAÇÃO O calouro de Educação Física foi levado pelo pai até o hospital
Trote de calouros promovido por alunos da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) acabou mal para dois adolescentes. Na tarde de ontem, os dois foram levados ao Pronto Socorro Municipal, completamente embriagados. Teste apontará se houve, também, a ingestão de drogas. UEPG deve apurar os fatos. Lei Municipal 8.533 datada de 2006 proíbe a realização de trotes em todo o município de Ponta Grossa. Na tentativa de coibir a prática, além da ingestão de bebidas alcoólicas por menores, a Polícia Militar foi chamada efetuar fiscalização em bares nas redondezas do campus de Uvaranas da instituição.

“Estava trabalhando e a assistente social do Pronto Socorro me ligou informando que meu filho estava internado. Todos estávamos felizes, pois ele foi aprovado em 6º lugar no curso de Ciências Contábeis. Meu filho nunca tinha ingerido bebida alcoólica”, afirma a mãe Suzy Oliveira.

A irmã do adolescente, Bruna, de 22 anos, é veterana da instituição do curso de Direito. “Deixei meu irmão na UEPG por volta das 11 horas, uma hora mais tarde, ele deu entrada no Pronto Socorro, com a roupa toda molhada, a cueca descosturada, as unhas e braços pintados. Ninguém sabe dizer quem deixou ele no hospital”, relata.

Enquanto o rapaz era atendido, outro adolescente deu entrada no PSM, também aparentando embriaguez. “Meu filho é calouro de Educação Física e chegou em casa completamente grogue. Ele não consegue nem falar o que aconteceu, mas havia ido, pela manhã, para o primeiro dia de aulas na UEPG. Pelo que percebi foi um trote regado a bebidas”, diz o pai do garoto, Dirceu Costa. Há relatos de um terceiro caso de coma alcoólico de calouro da UEPG, no PSM, mas a informação não foi confirmada pelo Diário dos Campos.

Nas duas situações, os dois pais prometem averiguar o caso e buscar os responsáveis. “Isso não pode acontecer. Eles saem para estudar e são submetidos a trotes.

Quero punição aos responsáveis. Já efetuei boletim de ocorrência e vou buscar a direção da UEPG”, enfatiza Susy.

Dois alunos da UEPG confirmaram que houve trote, durante todo o período da manhã, em bares próximos ao campus central da instituição. Um deles foi entrevistado pelo DC depois de ter permanecido, por mais de uma hora, dentro de um dos banheiros do bloco A, dormindo. De acordo com ele, a festa contou com muita cerveja. Outro aluno do curso de Jornalismo relatou a ingestão do famoso tubão (cachaça misturada a refrigerante) pelos participantes.

PM faz batida em bares
Para coibir a ingestão e venda de bebidas alcoólicas por menores, a Patrulha Escolar e a Guarda Municipal efetuaram, ontem, fiscalização em bares localizados em área vizinha ao campus de Uvaranas da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG). A operação contou com cerca de 20 policiais, além da guarda municipal.

O comandante da Patrulha Escolar de Ponta Grossa, Saulo Vinícius Hladyszwski, orientou os frequentadores dos estabelecimentos sobre as ocorrências envolvendo calouros da UEPG. “Pela quantidade de pessoas, é impossível efetuar a verificação etária de todos. Entretanto, nosso objetivo é orientar a proibição de venda e ingestão de bebidas alcoólicas a menores, prevenindo possíveis novos incidentes”. Os veículos estacionados irregularmente nas calçadas foram notificados pela Guarda Municipal.

UEPG promete apurar participação de veteranos
O vice-reitor da UEPG, Carlos Luciano Vargas, afirma que a instituição, através de resolução, proíbe a realização de trote dentro dos limites da universidade. “No período de ingresso dos calouros, fazemos campanha divulgando a resolução que proíbe o trote internamente, há mais de 10 anos. Além disso, sempre lembramos que há lei municipal, aprovada em 2006 pela Câmara Municipal, a pedido da UEPG, que proíbe a prática em âmbito municipal”.

Com base nessas proibições, a UEPG já está fazendo a verificação das imagens registradas pelo circuito interno, de modo a identificar os possíveis organizadores do trote. “Já colocamos o nosso chefe da vigilância para verificar as imagens gravadas pelas câmeras instaladas dentro da UEPG. “Com a identificação em mãos, será aberto processo administrativo e verificada a possível punição. Pelos próximos dias, a direção da UEPG já solicitou a presença da polícia nos arredores dos campi.

Universitário que for responsabilizado por trote pode levar suspensão – de 3 a 30 dias – além de ser excluído dos bancos acadêmicos. “A punição é dada conforme análise de uma comissão constituída de professores e alunos”. Segundo Vargas, a UEPG já aplicou punições em anos anteriores.Publicado em: 17/02/2011

Jovens são flagradas com álcool em viatura da PM

Fotografias teriam sido feitas por um morador, em Ponta Grossa, quando a PM atendia ocorrência perto de um posto de combustível

Fotos da viatura Ecosport de prefixo 8845, do 1º Batalhão da Polícia Militar, com sede em Ponta Grossa, mostrando mulheres com bebidas nas mãos, em trajes de festa, publicadas na internet no fim do ano passado, num site de relacionamento, ensejaram a abertura de um procedimento administrativo, para confirmar ou possível transgressão na conduta dos policiais militares.
Para apurar o fato, foi designado pelo coronel Marcos Aurélio Czerwonka, comandante do 4º Comando Regional, sediado em Ponta Grosa, o major Renato dos Santos Taborda, comandante da 8ª Companhia Independente da PM, de Irati. Ele afirma não terem sido encontrados índices de crime, configurando-se, o caso, uma transgressão disciplinar, cometida pelo oficial CPU (sigla do Coordenador de Policiamento de Unidade), por não ter impedido ou tomado providências em relação à situação, evitando o incidente.

Leia a matéria na integra no JM impresso. arquivo Publicado em 01 de Fevereiro de 2011, às 04h00min | Autor: Mário Martins, da redação

MALDADE DA SOCIEDADE PG
BLOG COMENTA policia agir com o bom senso e, tambem servir melhor o publico, ao qual deve procurar melhor atender, compromisso que assumiu quando foi nomeado para o cargo.

Presidente anula formação de comissões na Câmara


INDEFINIÇÃO Vereadores na primeira sessão de 2011: atividades parlamentares começam sem comissões
A Câmara Municipal de Ponta Grossa iniciou o período ordinário de 2011 sem suas comissões permanentes, responsáveis por analisar os projetos a serem apreciados em plenário. Uma decisão do presidente do Legislativo, Maurício Silva (PSB), anulou a reunião que em dezembro do ano passado definiu a composição dessas comissões. Agora, caberá à Mesa Executiva e, posteriormente, ao plenário a decisão sobre a reformulação ou não dessas formações.

A polêmica teve início dias após a eleição da atual Mesa Executiva. Durante sessão extraordinária, o então presidente Sebastião Mainardes Júnior (DEM) convocou uma reunião para definir as novas comissões. Vereadores que integraram o grupo de apoio à candidatura de Maurício boicotaram o encontro. Mesmo assim, os parlamentares presentes oficializaram as novas composições, reservando a maioria dos lugares ao grupo derrotado na eleição para a presidência.

Ainda em dezembro, os vereadores contrariados apresentaram um recurso ao presidente, contestando o procedimento. Eles alegavam que a definição das comissões não constava na pauta da sessão e que a vereadora Alina de Almeida César assinou como líder do PMDB, cargo que não exercia. Com base em um parecer do assessor jurídico Thayan Gomes da Silva, que considerou legal o processo, Mainardes referendou no dia 29 de dezembro a definição das comissões permanentes.

Até a semana passada, Maurício informava que daria conhecimento aos demais vereadores da decisão de Mainardes. Nesse caso, se algum parlamentar se sentisse prejudicado, deveria apresentar recurso. Ontem, porém, a situação foi diferente. Um parecer assinado por todos os membros do Departamento de Assuntos Técnicos e Jurídicos (DATJ) opinou pela anulação da reunião, do primeiro parecer da decisão de Mainardes. Maurício acatou a recomendação e na terça-feira decretou nulos todos os procedimentos.

“Informei que submeteria a questão ao Departamento Jurídico e, de acordo com o parecer, agiria”, esquivou-se Maurício. Os membros do DATJ referendaram os argumentos apresentados pelos vereadores, de que a formação das comissões teria sido irregular. Agora, a decisão do presidente será apreciada pela Mesa Executiva, que emitirá parecer favorável ou contrário. No prazo máximo de três sessões esse parecer será apreciado pelos vereadores em plenário.


Pascoal é escolhido novo corregedor geral
Se a composição das comissões permanentes da Câmara Municipal ainda é um mistério, pelo menos a Corregedoria da Casa já está definida. Em comum acordo, os vereadores escolheram Pascoal Adura (PMDB) para ser o corregedor geral pelos próximos dois anos. Ele irá substituir Márcio Schirlo (PSB) no comando do órgão, criado para tratar de questões relacionadas à ética e a disciplina dos parlamentares.

“Sinto-me honrado e agradeço o apoio dos colegas na aprovação ao meu nome”, disse Pascoal, que já fazia parte da Corregedoria nos dois últimos anos. No final do ano passado ele até cogitou a possibilidade de concorrer à presidência, apontando a necessidade de se promover uma “varredura” no Legislativo. Ontem, ele enfatizou que não tem ligação com nenhum grupo dentro da Casa. “Não faço parte de grupo político nenhum, continuo fazendo oposição consciente e responsável”.

Durante reunião realizada ontem, foram definidos os demais membros da Corregedoria. Desses, seriam escolhidos quatro titulares e dois suplentes. São eles Júlio Küller (PPS), Valfredo Laco Dzázio (PRP), George Luiz de Oliveira (PMN), Alina de Almeida César (PMDB), Alysson Zampieri (PPS) e Edilson Fogaça (PTN).

De acordo com a lei que regulamenta o funcionamento da Corregedoria, ao corregedor geral cabe promover a manutenção da ordem e da disciplina no Legislativo, presidir sindicâncias sobre denúncias contra vereadores e baixar provimentos no sentido de prevenir perturbações da ordem e da disciplina. Entre as faltas contra a ética e o decoro estão uso de palavras e expressões inadequadas, desacato aos colegas, perturbação da ordem, acusações inverídicas, fraude em votações, uso da estrutura pública em benefício próprio e desvio de recursos. As penalidades variam de advertência pública a perda do mandato.




Ficha limpa será exigida no poder público municipal
REGRAS Júlio Küller é autor do projeto que restringe nomeações

A chamada lei da Ficha Limpa, que impede a candidatura de pessoas condenadas pela Justiça em segunda instância, pode ser estendida a alguns cargos do poder público em Ponta Grossa. A Câmara Municipal aprovou ontem em primeira discussão projeto do vereador Júlio Küller (PPS) que cria regras mais rígidas para a nomeação de secretários municipais e ocupantes de cargos de direção, tanto no Executivo como no Legislativo.

“É uma cópia quase perfeita do projeto que foi aprovado no Congresso Nacional”, resumiu Küller. De acordo com o texto, fica proibida a nomeação para cargos de secretário municipal ou equivalente, além de cargos de direção no Executivo e Legislativo, pessoas que tenham contra si condenação, em decisão transitada em julgado (à qual não cabe mais recurso), ou proferida por órgão colegiado. A proibição vale pelo período de cinco anos.

“Se a pessoa não pode se candidatar por estar com a ficha suja, também não pode ir para o poder público”, argumenta Küller, que também apontou como um de seus objetivos lutar contra o “falso moralismo”. “Muitos posam de santinho, mas na primeira oportunidade se entregam ao diabo”, emendou, acrescentando que pessoas na Prefeitura estariam “tramando contra o projeto”.

O projeto foi aprovado por unanimidade pelos 15 vereadores, que voltam a apreciá-lo na sessão da próxima segunda-feira. A Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (Acipg) emitiu nota ontem manifestando apoio à proposição. “A transparência na gestão pública é algo determinante para resgatar a crença do cidadão na política e ao mesmo tempo garantir a moralização e o compromisso com o que é público”, diz o texto, assinado pelo presidente Márcio Pauliki.

Na Assembleia Legislativa, um projeto nesses moldes foi apresentado na legislatura passada pelo deputado Marcelo Rangel (PPS). Porém, a matéria não foi votada em plenário e, por conta disso, acabou sendo arquivada. No início da nova legislatura, Rangel reapresentou a proposta, juntamente com iniciativas similares dos deputados Stephanes Júnior (PMDB) e André Bueno (PDT).

Publicado em: 17/02/2011

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Ponta Grossa registra dois assassinatos no domingo 13 02 2011



VIOLÊNCIA Eliton Taques recebeu um tiro nas costas. O motivo seria uma rixa antiga com os autores

Duas pessoas foram assassinadas em Ponta Grossa, no último domingo. Um dos crimes aconteceu na saída de uma danceteria, na área central, ainda na madrugada. Eliton Taques, 19 anos, foi morto com um tiro nas costas. O outro homicídio aconteceu no Vendrami, região de Oficinas, durante a noite. Sandro de Assis Rodrigues, 31, foi executado com cinco tiros. Os crimes estão sendo investigados pelo Setor de Inteligência da 13ª Subdivisão Policial (SDP). Até a tarde de ontem, nenhum suspeito dos assassinatos havia sido preso.

O delegado do Setor de Inteligência, Leonardo Carneiro, diz que o assassinato de Eliton foi motivado por um desentendimento antigo. “Os envolvidos já tinham uma rixa anterior e se encontraram dentro da danceteria. Os autores intimaram a vítima para acertar as contas do lado de fora”, explica. O rapaz que morreu estava acompanhado por outros dois jovens. “O autor teria usado dois colegas como isca e atraiu os jovens para a esquina. Nesse momento, eles foram surpreendidos com três os tiros”, acrescenta o delegado. Eliton foi atingido nas costas e a bala atravessou seu peito. Mesmo ferido, ele caminhou pela Rua Benjamin Constant, onde fica a danceteria, em direção ao Terminal Central. Na frente de um bar, ele caiu e morreu. Os colegas deles conseguiram e correr e não foram feridos.

De acordo com o delegado, imagens das câmeras de segurança da danceteria e da Guarda Municipal ajudaram a polícia a identificar o autor do crime e seus dois comparsas. Eliton morava no Parque Dom Pedro II e os suspeitos vivem na Vila Dalabona.

O outro homicídio ocorreu na Avenida Visconde de Mauá, perto do viaduto Vendrami. Testemunhas disseram à polícia que a vítima caminhava pela calçada quando foi surpreendida por um motociclista, por volta das 23 horas. Ele atirou várias vezes contra Sandro.

Conforme a Polícia Militar, quatro tiros atingiram a cabeça e um o abdômen da vítima. “Ainda estamos investigando as motivações desse crime”, conta o delegado, acrescentando que as imagens do sistema de monitoramento de uma indústria que fica nas proximidades do local da morte poderão ajudar a identificar o suspeito. “Esperamos prender, no decorrer desta semana, os suspeitos dos dois assassinatos”, finaliza Leonardo.

Os corpos das duas vítimas foram encaminhados ao Instituto Médico Legal.

Somente em fevereiro, Ponta Grossa já registrou cinco homicídios. Em janeiro, o número de mortes chegou a sete.

Câmara exonera comissionados Publicado em: 15/02/2011


Diretor jurídico alega que “não há irregularidades”

Diretor jurídico alega que “não há irregularidades”
O diretor do Departamento Jurídico da Câmara Municipal, Guilherme Buhrer, informou ontem que a Câmara Municipal recorreu na última quinta-feira, 25, junto ao Tribunal de Justiça do Paraná, da decisão do juiz da 2ª Vara Civil, Gilberto Romero Perioto, emitida no mês passado, que concedeu liminar de tutela antecipada, atendendo pedido do Ministério Público, em ação civil pública contra o Legislativo,
João 17:17), ele disse: "tua palavra é a verdade".
verdade e a verdade vos libertará."
A verdade sobre a verdade
O que é a verdade? Quantas vezes já acreditamos em coisas que mais tarde descobrimos serem bem diferentes daquilo que pensávamos? Quantas vezes a "ciência" nos provou por meio de estudos e experimentos "científicos" que certas coisas seriam improváveis e até impossíveis de acontecer e errou
Não é preciso se esforçar muito para lembrar de fatos como o ocorrido na década de 30, no qual um notável físico da época provou por meio de cálculos físicos e matemáticos que era impossível existir televisor a cores, ou de um artigo publicado na revista "The WestingHouse Engineer" no final da década de 50 onde utilizando-se de todo o conhecimento adquirido até a época e com base em cálculos físicos e matemáticos, foi provado que um computador jamais superaria a impressionante marca de 1MHz de velocidade de processamento
A verdade é que a verdade está em cada um de nós. Depende de nossas vivências, nosso conhecimento, experiência e bagagem. Cada pessoa possui sua própria verdade, e tudo aquilo em que uma pessoa acredita passa a ser a sua verdade. O que nós não podemos fazer é "parar" no tempo, nos fechar para outras possibilidades e idéias, pois o que hoje acreditamos ser o correto, pode ser provado amanhã o contrário. Na busca intelectual de fatos e verdades, devemos ser honestos com nós mesmos.
justiça tarda não falha
O presidente da Câmara Municipal, vereador Mau­rício Silva (PSB), exonerou na última sexta-feira os primeiros servidores comissionados que foram alvo de ações propostas pelo Ministério Público. A medida atende a uma decisão liminar da Justiça, a qual considerou que os servidores vinham exercendo funções que deveriam estar a cargo de funcionários efetivos. Há ainda uma outra decisão judicial determinando a demissão de outros 19 comissionados.
Em novembro do ano passado, o juiz da 2ª Vara Cível de Ponta Grossa, Gilberto Romero Perioto, acatou pedido do Ministério Público e determinou a exoneração dos seguintes servidores: Cintia Mara de Oliveira, Renato Lima dos Santos, Elinton Carvalho da Rocha e Kahê Cassius Paiva. Todos ocupavam cargos de assessor administrativo. O Legislativo ainda recorreu ao Tribunal de Justiça do Paraná, mas o recurso não foi acatado. Sem a possibilidade de novos recursos, o presidente da Câmara tinha até hoje para promover as exonerações.
Dos quatro servidores, três foram exonerados. O quarto, Kahê Paiva, foi designado para outro cargo, de chefe do Departamento de Informatização. Nesse caso, por ser cargo de chefia, é permitido que o posto seja ocupado por servidor em comissão. Essa foi apenas uma de oito ações do MP, que pediram a exoneração de um total de 40 servidores. Um pedido de liminar, também para demissão de quatro servidores, foi indeferido pelo juiz da 1ª Vara Cível, Luiz Henrique Miranda. Já outros três foram acatados pelo juiz da 5ª Vara Cível, Fábio Marcondes Leite. Nesse caso, são 19 exonerações, das quais o Legislativo foi notificado há duas semanas.
Por conta das decisões judiciais, o presidente da Câmara diz que pretende regulamentar o quanto antes a chamada reforma administrativa, através da qual será feita uma readequação de todo o quadro funcional da Casa. “Nossa ideia, através da reforma, é contemplar tudo aquilo que pede o Ministério Público e um pouco mais”, explica Maurício. O projeto que irá regulamentar a reforma está em fase de elaboração.